Ravenala ou Árvore-do-Viajante


Mudas com 3m de altura - aproximadamente 1,5 anos de idade



Nome Científico: Ravenala madagascariensis
Nome Popular: Árvore-do-viajante, árvore-dos-viajantes, palmeira-dos-viajantes
Família: Strelitziaceae
Divisão: Angiospermae

Origem: Madagascar
Ciclo de Vida: Perene


Parque Villa-Lobos em São Paulo (SP)
A árvore-do-viajante é uma planta rizomatosa, de porte arbóreo, mas de textura semi-lenhosa. Ela tem um aspecto escultural e peculiar, próprio das estranhas e belas plantas de Madagascar. Suas folhas são enormes, como as folhas de bananeiras e sustentadas por longos e fortes pecíolos, dispostos em leque. Entre estes pecíolos, a planta acumula água, que serve para matar a sede dos viajantes, e que acabou lhe valendo o nome popular. Quando estes pecíolos caem, ficam cicatrizes no caule lenhoso à semelhança das palmeiras.


Apesar se ser comumente confundida com um palmeira, a árvore-do-viajante é relacionada à família das estrelítzias (Strelitzia sp).

As inflorescências, semelhantes às de estrelítzia, surgem entre os pecíolos, com brácteas verdes em forma de barco e flores de cor branca-creme, vistosas. O conjunto formado por brácteas e flores lembra a cabeça de uma ave, com bico e crista pontiagudos. A floração ocorre no outono e os frutos que se seguem são cápsulas marrons, com sementes de arilo azul iridescente, atraentes para os pássaros. A árvore-do-viajante é polinizada por morcegos e lêmures.

Parque Villa-Lobos em São Paulo (SP)
Esta planta de porte respeitável - atinge 8 metros de altura - e aspecto sensacional não é para qualquer jardim. Ela precisa de espaço para crescerbonita e ser adequadamente admirada. Pode ser utilizada isolada ou em grupos, com caule único ou em touceiras gigantes, preferencialmente em extensos gramados bem cuidados. A árvore-do-viajante é apropriada para grandes jardins residenciais, fazendas e parques. Ela é considerada um dos símbolos de Madagascar e é muito útil para os nativos, que extraem uma gordura sólida do seu caule e fazem coberturas com as fibrosas folhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em sol fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A árvore-do-viajante aprecia adubações orgânicas regulares e não é tolerante a longos períodos de estiagem. É uma planta essencialmente tropical, nativa de florestas quentes e úmidas e não tolera geadas ou frio intenso. O plantio em locais abertos e com ventos fortes faz com suas folhas fiquem rasgadas e feias. A árvore-do-viajante necessita de ricas adubações mensais para que cresça vigorosamente. Multiplica-se por sementes e por divisão das mudas que se formam junto à planta mãe.


Autor: Raquel Patro - jardineiro.net
Fotos: Paulo Heib

OS TEMPEROS


Os temperos (ou condimentos ou ervas aromáticas) acompanham nossa civilização há mais de 5.000 anos, e carregam muitas histórias e mistérios, principalmente em virtude das suas relações com as mitologias. Se não fosse a busca das especiarias do oriente, por exemplo, talvez a esquadra de Cabral não teria dado uma passadinha por aqui em abril de 1500. Até na Bíblia existem várias menções a elas.

Curiosamente, ainda hoje muitos temperos populares desde a época de antes de Cristo possuem informações botânicas ou agronômicas muito escassas, como o alecrim, o manjericão, a sálvia e o orégano, que além de temperos também servem como repelentes de insetos e como elementos de composição de cosméticos, bebidas, perfumes e medicamentos.

Apesar de o Brasil ser continental e de possuir uma das floras mais ricas do mundo, aqui ainda se gasta muito dinheiro na importação de condimentos do exterior (aneto, alcarávia, orégano, alecrim, manjerona, açafrão e erva-doce são quase que totalmente importadas).



Boa qualidade da planta

O valor condimentar e aromático dessas plantas está sempre associado ao teor de óleos essenciais, que são gerados durante seu desenvolvimento. Dessa forma, o cultivo de temperos deve receber uma atenção diferenciada em relação às plantas ornamentais tradicionais, pois além da formação da planta existe também o aspecto da qualidade, para que ela possa ser consumida e melhorar o paladar na comida.

Para se ter uma informação completa, seria necessário conhecer as informações sobre a fisiologia e bioquímica dessas plantas, além da propagação, exigência nutricional, entre outros, porém aqui vamos dar uma resumida básica e apenas citar os cuidados básicos gerais relativos a algumas das espécies mais populares.



Monte uma mini-horta!!!

Você mora em apartamento? Certo, observe o local mais ensolarado para montar uma jardineira. Se você mora em casa e tem um espacinho no jardim, basta meio metro de solo para colocar pelo menos seis espécies diferentes. Seu jardim já está cheio? Ora, então podemos montar uma bela horta vertical em jardineiras em alguma parede bem ensolarada. Enfim, não há desculpa para você não ter sua mini-horta em casa.



Escolha das plantas

No mercado encontramos facilmente sementes e mudas de diversos temperos, a escolha fica a seu critério. Eu, Paulo, prefiro sempre trabalhar com mudas que compro com fornecedores de confiança, afinal nem sempre dá tempo de esperar as sementes germinarem. Caso você goste de ver a plantinha nascendo, há várias marcas de sementes disponíveis.

Tratarei aqui apenas de alguns temperos mais populares:
  • manjericão (Ocimun spp),
  • cebolinha (Allium schoenoprasum ou A. fistulosum),
  • salsinha (Petroselinum sativum ou P. vulgare),
  • alecrim (Rosmarinus officinalis),
  • tomilho (Thymus vulgaris),
  • pimenta (Capsicum spp) e
  • hortelã (Mentha spp).



Espaçamento e forma de plantio das mudas

Procure distribuir as plantas de acordo com seu tipo de crescimento. Por exemplo, alecrim, manjericão crescem para cima entouceirados e podem ser plantados em grupos, já o tomilho e o hortelã vão se espalhar em ramas rasteiras e ocuparão maior espaço.

A cebolinha gosta de pouquíssima água, dessa forma é interessante plantá-la à parte, ou mesmo em um vasinho separado. O hortelã costuma “dominar” o território se espalhando em lugares não desejados, portanto é recomendável que não seja plantado na horta do jardim, mas em jardineira ou vaso para não se tornar uma planta invasiva.

No chão pode-se usar o padrão de 20-30cm de distância entre as mudas.

Para o plantio em jardineiras, dependerá do tamanho desta. Em jardineiras de 40cm de comprimento o ideal é não plantar mais que 04 mudas. A profundidade e a largura desses vasos deve ser de pelo menos 20cm.

Se seu vaso não está dando o resultado esperado, há grandes chances de ser por falta de sol ou devido à rega incorreta. Lembre-se que cada espécie de tempero tem as suas particularidades, portanto cuidado ao escolher as espécies para plantar juntas. Se a dúvida persistir, plante-as em
vasinhos separados.


Abaixo segue tabela com as característica e as recomendações de tipos de solo e rega para essas espécies. Clique na imagem:




Todas essas ervas devem ser plantadas a pleno sol. A adubação deve ser preferencialmente orgânica, e feita mensalmente. Para melhor orientação sobre esses cuidados, clique aqui: REGA e ADUBAÇÃO.



Durabilidade da horta

Essas plantas possuem ciclos, e para serem bem aproveitados é importante que haja o consumo contínuo das folhas e frutos, a fim de que a planta não cresça demais ou que não perca a sua utilidade.

No caso da salsa e da cebolinha, é importante sempre colher as folhas mais velhas para dar força às mais novas. Nas pimentas, é importante colher os frutos maduros para renovar e dar força para as próximas flores. No caso do manjericão, sempre arranque as flores pois elas “roubam” o perfume das folhas.

De um modo geral, o ciclo dessas plantas varia de 06 meses a um ano.


Época de plantio

Como precisam de luz solar em abundância, a melhor época para o desenvolvimento é de agosto a março, ou seja, primavera e verão.


Principais pragas

Grilo, paquinha, lagarta, pulgão e cochonilha. Como são plantas que serão consumidas, nunca utilize inseticidas químicos. Procure soluções orgânicas, como óleo de neem ou calda de fumo.





Texto: Paulo Heib
Fontes de pesquisa: livro Ervas e Temperos - Ed. SEBRAE

Manacá-de-cheiro ou Manacá-de-jardim



Nome científico: Brunfelsia uniflora

Nomes populares: manacá-de-cheiro, manacá-de-jardim, garetataca, mercúrio-vegetal, romeu-e-julieta

Antes de qualquer coisa, não confunda esse manacá-de-cheiro com o MANACÁ-DA-SERRA. São plantas diferentes, sendo que a única coisa em comum é que as flores mudam de tom com o passar dos dias.

O manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora), muito conhecido também como manacá-de-jardim, é uma planta da família das Solanaceaes (da qual fazem parte o tomate, a batata, o tabaco, entre outros). É uma planta tropical bem brasileira, natural de nossa Mata Atlântica.



É um arbusto lenhoso que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e até 2 metros de diâmetro de copa, de ramos densos e folhas ovaladas, lisas e verde escuras. Nas extremidades de seus ramos possui pequenas flores que se abrem azul-violetas e vão se tornando brancas, ou seja, durante sua floração fica com um colorido todo especial. Essas flores são extremamente perfumadas e costumam se formar durante a primavera e verão. Devido ao forte perfume, deve-se ter o cuidado de não plantá-la próxima a dormitórios de crianças e de pessoas mais sensíveis.



Pela sua beleza e perfume, o manacá-de-cheiro tem um grande valor ornamental. No mercado encontramos desde pequenas mudas com cerca de 50cm até plantas já formadas com cerca de 2 metros de altura. A escolha do tamanho dependerá do que projeto pede ou do espaço disponível.



É uma planta de pleno sol, bastante dinâmica pois pode ser plantada isolada ou em grupo, inclusive formando renques (as populares cercas-vivas). Também pode ser cultivada em vasos.





VARIEDADES
No mercado há uma planta bastante similar, que é o jasmim-do-paraguai (Brunfelsia australis). Tem algumas fotinhos dela nesse blog aqui: http://jardimdepedra.blogspot.com.br/2007/05/roxinha-como-te-chamas.html



MULTIPLICAÇÃO
Sua multiplicação é feita por sementes, por estaquia ou simplesmente pelas muitas mudas que surgem de suas raízes, que tornam o manacá-de-cheiro entouceirado.



PLANTIO
Pode ser plantado em qualquer época do ano, porém melhores resultados são esperados quando plantados no final de inverno e início de primavera.



SOLO
O solo deve ser rico em matéria orgânica e muito bem drenado, para assim criar um substrato parecido com o da Mata Atlântica.



ADUBAÇÃO
A adubação pode ser química ou orgânica, sendo que a primeira deve sempre seguir as recomendações da embalagem e a segunda deve ser repetida a cada três meses.



REGA
As regas devem ser regulares em época de poucas chuvas, e moderada em períodos chuvosos. Em vasos, as regas devem ser sempre regulares (2 a 3 vezes semanais).



PODA
É uma planta que aceita podas. A poda de contenção e de limpeza pode ser efetuada após o outono, quando a planta se prepara para entrar em dormência no inverno. Deve-se retirar os galhos secos.



PRAGAS
A borboleta-do-manacá (Methona themisto), que ocorre na Mata Atlântica, deposita seus ovos apenas nas folhas do manacá-de-cheiro, que é o único alimento de suas larvas e lagartas. Essa borboleta só se adapta ao ambiente urbano em que há manacás.




Texto: Paulo Heib
Fontes de consulta: jardineiro.net; livro Plantas Ornamentais no Brasil
Fotos: livro Plantas Ornamentais no Brasil

Livro "Plantas Ornamentais no Brasil"


 
Capa da 4ª edição
Este livro é fundamental na estante de qualquer pessoa que goste de plantas, independentemente de trabalhar ou não na área de paisagismo e jardinagem.


Site da editora Plantarum:
http://www.plantarum.com.br/detalhes.php?id=4



Ficha Técnica
ISBN: 85-86714-30-6
Características:
- Formato fechado: 15,5 cm x 22,5 cm;
- Encadernação: capa dura em percalux com sobrecapa;
- 1.056 espécies de plantas - 2.112 fotos coloridas (2 por espécie);
- Impresso em papel couchê liso 115 g;
- Número total de páginas: 1.120;
- Peso total do livro: 2,6 kg.

Sinopse
Este livro refere-se às espécies de plantas ornamentais herbáceas, arbustivas e trepadeiras que compõem, no momento, os jardins brasileiros. É o resultado de amplo levantamento realizado durante muitos anos em jardins domésticos e públicos de todo o território brasileiro. Ricamente ilustrado com magníficas fotografias coloridas efetuadas pelo próprio autor coordenador Harri Lorenzi, tem sido bastante atualizado e significativamente aumentado desde sua primeira edição lançada em 1995.




Para obter a versão eletrônica (e-book) desse livro, mande e-mail para pauloheib@hotmail.com ou florplantas@hotmail.com



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Livro "Praças Brasileiras"


Praças Brasileiras - Fabio Robba, Silvio MacedoPDFImprimirE-mail
Fabio_Robba_LivroEscrito por JOÃO FELIPE CÂNDIDO DA SILVA   
Qua, 07 de Setembro de 2011 20:53

Sinopse - Praças Brasileiras - Fabio Robba, Silvio Macedo

A partir do estudo de praças em 17 cidades brasileiras, este livro apresenta um panorama da história, evolução, formas e usos desses espaços públicos de grande vitalidade e importância dentro do contexto urbano, desde a época colonial até o final do século XX. A obra divide-se em três partes - A primeira aborda a evolução da praça no Brasil ao longo dos dois últimos séculos e introduz a discussão sobre o papel e os valores da praça na cidade atual. A seguir, são descritas as três linhas de projeto que nortearam sua criação entre nós - Eclética, Moderna e Contemporânea. A parte final destaca um conjunto de mais de 150 praças das cidades pesquisadas, que revela ao leitor o que de mais significativo se produziu no país nessa área.

Praças Brasileiras
Autor: Fabio Robba, Silvio Macedo
Editora: Edusp
312 Páginas

Ficus

(retirado do blog http://biraplantas.blogspot.com/)




Ficus Benjamina

Planta tóxica (a seiva).


Ficus Benjamina (Figueira chorão) a verde e a "variegata"







A bibliografia refere a existência de cerca de 800 espécies de ficus.

Planta angiospérmica (sementes escondidas no fruto) da Família das Moraceae, de folhas perenes (perenifólia), a ficus benjamina é originária da Índia, Himalaias, Malásia, Norte da Austrália...

Actualmente encontra-se disseminada por quase todos os países tropicais e sub-tropicais.





Figueira chorão, folhas.







Os seus ramos pendentes e a folhagem densa (quando saudável) dão-lhe um aspecto muito atraente e por isso tem grande procura como planta ornamental. As folhas são ovaladas e tem a orla ligeiramente ondulada, de cores que vão do verde escuro até verde acinzentado, com manchas mais claras, na sub espécie “variegata”.





Ficus Benjamina "variegata"




Pode possuir frutos pequenos, de cor verde, tipo figo, que ficam vermelhos ao amadurecer.

A fícus benjamina adapta-se bem a planta de interior e é muito conhecida, difundida e preferida pela sua resistência e beleza.

As variedades distinguem-se pelo tamanho das folhas.



Como planta de interior atribuem-se-lhe algumas “exigências”:

1. Exige locais claros (com muita luz) mas não “gosta” de exposição ao sol do meio dia. A temperatura da terra deve manter-se à volta dos 20º.


2. Não aprecia mudanças de lugar, correntes de ar, encharcamentos ou ar-condicionado.


3. Utilizar terra (substracto) com boa drenagem, composto por terra vegetal, turfa e areia, na proporção 1:2:1

4. Não tolera encharcamentos, mas a terra deve manter-se sempre húmida. Gosta de ser pulverizada (com água) regularmente.

5. Na Primavera Verão e Outono adubar todas as semanas ou de 15 em 15 dias. No Inverno adubar de 2 em 2 meses.

6. O ar seco pode ajudar a proliferação de ácaros vermelhos. A pulverização regular evita esse problema.




Enfim, uma verdadeira “planta de estufa”...




Quem a cultiva e a vende, ameaça que, se estas condições não forem respeitadas, as folhas da planta ficam amarelas e caem e as raízes apodrecem... Mas a planta regenera-se tão logo o problema seja 
resolvido (ou a planta tenha tempo para se adaptar, dizemos nós...)



De facto, segundo a nossa experiência, a ficus é muito mais resistente e muito menos exigente do que se diz. Nem outra coisa seria de esperar duma planta que cria raízes fortes e grandes a ponto de rebentar com canos e até com os alicerces das casas, para ir em busca de água... Essa é uma característica de plantas bem resistentes.


Ao que pudenos constatar, a ficus tolera vários tipos de terra (substracto) e consegue crescer razoavelmente em vasos pequenos, sem criar grandes raízes. Pode estranhar muito e ressentir-se, se a mudança for brusca e se exposta a sol intenso, mas recupera... e do que gosta mesmo é de estar na rua...





Ficus benjamina, figueira chorão, numa floreira na Rua.







A ficus também é muito fácil de reproduzir por meio de estacas que, em condições óptimas, nem chegam a perder as folhas que trazem da planta mãe.

Segundo os entendidos, para “bonsai” adaptam-se bem a Fícus benjamina exótica (Fícus de java), e a Fícus benjamina "natasha", que sobrevivem até em ambientes com pouca luz.

Plantada ao ar livre e na terra, cresce até formar árvores muito altas, com cerca de 30 metros, de copa grande e densa. 

Mas cuidado! 

Porque, tal como acontece com as figueiras comuns, a ficus também é capaz de criar raizes para “ir em busca de água” e romper as canalizações, as floreiras e até os alicerces das casas. Portanto, é uma espécie a evitar próximo das habitações.

O problema pode ser de dimensões tais que levou alguns municípios do Brasil a erradicar os exemplares existentes e a proibir a sua plantação...



Algumas dicas para evitar esses problemas são:

1. Manter a planta em vasos de modo a poder ser vigiada quanto ao crescimento das raízes;

2. Podar regularmente, não deixando que se desenvolva demasiado;

3. Fornecer água q.b. e borrifar (pulverizar) com regularidade (assim a planta não tem necessidade de criar raízes extensas)



Quando são plantadas ao ar livre e crescem sem constrangimentos, a sua copa frondosa e a sombra espessa que proporcionam também impedem o crescimento de qualquer outra espécie dentro do perímetro da sombra...



Diz-se que a fícus, mantida dentro de casa, filtra as toxinas do ar.


A sua seiva, leitosa e algo resinosa, (latex) é venenosa e pegajosa, mancha os tecidos e pode provocar irritação da pele e reacções alérgicas: comichão nos olhos e na pele, tosse e dificuldades respiratórias. No entanto, segundo se diz, estes sintomas só duram poucos minutos.


Deve ser manuseanda e cuidada usando luvas de borracha.

Como combater a cochonilha

Aprenda a combater a cochonilha, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais

JULIANA NAKAMURA
Colaboração para o UOL
  • Diferentes formas de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais
    Diferentes formas de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais
Primeiro surgem pequenas bolinhas brancas que se mantêm praticamente estáticas nos caules mais próximos às folhas. Depois, as folhas começam a apresentar manchas e murchar. Logo em seguida, a planta perde vigor a ponto de, em casos extremos, morrer. Esse é um roteiro resumido de um típico ataque de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais. Embora minúsculos, medindo não mais do que 35 mm, esses insetos sugadores de seiva podem fazer grandes estragos, não apenas pelos nutrientes que rouba, mas também por secretar uma espécie de cera que facilita o ataque de fungos, diminui a capacidade fotossintética da planta e, de quebra, atrai formigas doceiras.
Parentes próximos das cigarras e dos pulgões, as cochonilhas apresentam formas muito variadas, o que dificulta a sua identificação. A coloração pode ser branca, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida. Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura. Sempre em conjunto, os insetos normalmente se instalam nas axilas das folhas (ponto onde a folha encontra o caule), sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e até mesmo em frutos e raízes.
A proteção do jardim contra esses intrusos começa na manutenção das plantas em condições saudáveis. A engenheira agrônoma Harumi Hojo, pesquisadora do Laboratório de Entomologia Geral do Instituo Biológico de São Paulo, explica que o ataque dessa e de outras pragas sempre ocorre em plantas submetidas a condições ambientais e/ou nutricionais impróprias. Entre os fatores que propiciam esses ataques, ela destaca a existência de solo ou substrato inadequados, quantidade insuficiente de luz, falta de água, déficit de nutrientes ou adubação em excesso. Outro fator favorável às cochonilhas é a eliminação dos predadores naturais, como percevejos, joaninhas, moscas e alguns fungos.
Em teoria, todas as espécies vegetais utilizadas na ornamentação de jardins e de interiores, quando submetidas a condições inadequadas de cultivo, estão vulneráveis ao ataque de cochonilhas. “No caso das suculentas, algumas espécies são mais suscetíveis, como nas Echeverias (rosas-de-pedra)”, diz o biólogo Marcus Corradini. Outras plantas comumente atacadas por esses insetos são a hortência chinesa, a camélia, as laranjeiras e os limoeiros.
Como intervir?
A boa notícia é que livrar o jardim das cochonilhas não é tarefa difícil. De acordo com a intensidade e as condições do ataque, o controle pode ser feito com a poda e a destruição das áreas mais comprometidas. A limpeza das partes mais infestadas com esponja ou escova secas, ou a remoção dos insetos com cotonete embebido em vinagre ou álcool etílico, também são medidas que surtem efeito.
Para os casos em que é necessária uma intervenção mais dura, uma solução é pulverizar a planta atacada com emulsões de sabão de coco ou detergente neutro e, em seguida, pulverizar óleo mineral emulsionável. O óleo mata os animais por asfixia ao formar uma película sobre eles que impede a respiração. Para maior proteção das plantas, é importante que a pulverização seja feita sempre no final da tarde quando há menor incidência de sol.
A batalha contra as cochonilhas pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade próprios para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate válida é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo e a calda de santa-maria (ver receitas abaixo).
Receitas caseiras contra cochonilhas
Calda de fumo
Ingredientes:
100 gramas de fumo de corda;
1/2 litro de álcool;
1/2 litros de água;
100 gramas de sabão em pedra neutro.
Preparo:
Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool. Acrescente 1/2 litro de água e deixe a mistura curtir por aproximadamente 15 dias. Após este período, corte o sabão em pedaços pequenos e dissolva-o em 10 litros de água. Misture o sabão à calda de fumo curtida. Em áreas com ataques muito intensos, pulverize a mistura diretamente sobre as plantas. Caso a infestação ainda seja pequena, dilua o preparo em até 20 litros de água limpa antes da pulverização. As aplicações devem ser feitas em períodos de sol ameno.
Calda de Santa Maria
Ingredientes:
200 gramas de erva–de–santa–maria (Dysphania ambrosioides);
1 litro de água fria;
Preparo:
Amoleça 200 g de erva de Santa Maria em 1 litro de água fria durante 6 horas. Aperte bem as folhas para extrair o suco. Dilua o extrato obtido em 5 litros de água limpa. Pulverize o preparado sobre as partes atacadas, sempre sob sol ameno.

Flores perfumadas para seu jardim

Além do colorido, algumas flores encantam também pelo perfume



BOCA-DE-LEÃO



A boca-de-leão (Anthirrhinum majus) recebeu este nome por causa de suas flores em formato de tubo que, quando apertadas, lembram a boca do famoso felino africano. Produzidas em diversas cores no Inverno e na Primavera, apresentam um aroma agradável. Deve ser cultivada sob sol direto em terrenos muito bem adubados e drenados, com irrigação frequente. Gosta de temperaturas mais baixas e se mantém bonita por apenas um ano, precisando ser substituída após este período.




NARCISO



As flores amareladas e vistosas do narciso (Narcissus x cyclamineus) também se destacam pelo aroma suave. Formadas no final do Inverno e início da Primavera, elas aparecem solitárias na ponta da longa haste floral. Necessita ser plantado em canteiros sob sol direto e em locais com clima ameno, como no Sul do Brasil. Multiplica-se facilmente.




LAVANDA



Também chamada de alfazema, a lavanda (Lavandula angustifolia) é uma planta aromática com 60 a 90 cm de altura, originária da região do Mar Mediterrâneo (entre a Europa e a África). Suas pequeninas flores lilases, azuis ou roxas surgem durante o Verão. Para se desenvolver bem, precisa ser colocada em canteiro bem adubado e receber sol direto. Como gosta de clima frio, seu cultivo é indicado para locais de temperaturas amenas.




MANACÁ-DA-SERRA



Árvore de pequeno porte (com 3 m de altura, em média), o manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) produz flores grandes e cheirosas. Formadas geralmente no Inverno, elas mudam de cor com o tempo! Inicialmente brancas, vão ficando lilases e quando se desprendem dos ramos estão roxa-escuras. Originário do Brasil, pode ser reproduzido por semente, alporquia ou estaquia.




JACINTO



O jacinto (Hyacinthus orientalis) apresenta perfume adocicado e intenso. Suas flores em formato de espiga desabrocham na Primavera e podem aparecer em seis tonalidades: branca, amarela, rósea, vermelha ou azul. Muito utilizado em arranjos florais, deve ser cultivado em vasos ou canteiros bem drenados e longe da luz solar direta. Esta espécie aprecia baixas temperaturas.




JASMIM-ESTRELA



A delicadeza e a doce fragrância são as marcas do jasmim-estrela (Jasminum nitidum). Com ramos longos e pendentes, é cultivado junto a cercas, grades ou recobrindo pórticos e pergolados, tal qual uma trepadeira. Suas folhas são verde-escuras brilhantes, ao passo que as flores em formato de estrela são brancas e aparecem na Primavera-Verão. Gosta de luz solar direta e terrenos bem drenados, não tolerando geadas.



ROSA



A mais popular das flores alia beleza e perfume inconfundíveis. Cultivada isoladamente em jardins ou também em conjunto, a rosa (Rosaceae) floresce durante o ano todo. Com altura média de 2 m, precisa de terra fértil e permeável para se desenvolver adequadamente. Prefere temperaturas amenas e, por isso, suas floradas são mais intensas no Sul do Brasil e nas regiões serranas.





Texto da jornalista  Paula Andrade  para a revista Meu Jardim n.º 2 - Ed. Casa Dois
Fotos: revista Meu Jardim n.º 2 - Ed. Casa Dois

Conheça as orquídeas mais populares

É quase impossível passar despercebido por uma orquídea. O colorido, formato e perfume das flores e o conjunto floral... tem sempre algo que desperta a atenção.


Existem mais de 35 mil espécies dessas plantas no mundo todo, sendo que cerca de 2.700 ocorrem nas matas brasileiras. Com tanta diversidade, fica difícil escolher as mais belas. Por isso, Meu Jardim fez uma seleção daquelas que são pouco exigentes, possuem cultivo simples e podem ser facilmente adquiridas em orquidários e garden centers.




CATTLEYA



Conhecida como a rainha das orquídeas, a Cattleya está entre as mais populares e apreciadas no mundo. Presente desde o México até a América do Sul, produz flores das mais variadas cores, perfumadas ou não e que podem chegar a 25 cm de diâmetro. Deve ser cultivada em local bem iluminado, mas sem luz solar direta, com temperaturas entre 18 e 25ºC e receber rega quando o substrato estiver seco. Além de ser plantada em vaso, também aprecia ficar fixada ao tronco de árvores. A Cattleya é a mais cultivada no Brasil.



LAELIA


Originária das Américas do Sul e Central, a Laelia também está entre as mais requisitadas no Brasil, em especial, porque há uma grande variedade nativa do País. Suas flores são vistosas, duram cerca de duas semanas e apresentam belas formas e cores, como amarela, púrpura, branca, rósea e vermelha. De modo geral, necessita ficar à meia-sombra, em lugares bem ventilados e com temperaturas entre 12 e 20ºC. Assim como a rega, a adubação deve ser frequente, pelo menos uma vez por semana.


VANDA


Por ser proveniente de regiões pantanosas da Ásia, essa orquídea gosta de muito calor, umidade relativa do ar bastante alta, boa ventilação, rega frequente e luminosidade abundante. Precisa ser plantada em caixetas vazadas de madeira ou de plástico, porém, sem substrato para que suas raízes fiquem soltas, ou ainda fixada em tronco de árvores. A Vanda floresce de três a quatro vezes por ano, quando aparecem entre dez e 20 flores de formas arredondadas e que permanecem abertas por até um mês.

ONCIDIUM

 

Suas flores são pequenas, delicadas, muito ornamentais e, às vezes, perfumadas, aparecendo nos tons amarelo, róseo, branco e castanho. A durabilidade é variável, de uma semana a 40 dias, no entanto, a quantidade é surpreendente: entre 30 e cem unidades por haste floral. Seu cultivo é simples, necessitando de boa ventilação, meia-sombra, alta umidade relativa do ar e rega sempre que o substrato secar. O Oncidium é distribuído pelas Américas Central e do Sul, por isso, possui fácil adaptação às diversas regiões do Brasil.


PHALAENOPSIS


É muito utilizada para ornamentar ambientes internos e está entre as mais produzidas no mundo. Nativa da Ásia Tropical, adapta-se a ­qualquer região do Brasil, desde que mantida em local sombreado e protegido de ventos. Necessita de irrigação de duas a três vezes por semana e ser adubada com NPK 20-20-20 uma vez por semana. As flores da Phalaenopsis são extremamente resistentes, podem durar até três meses e aparecem durante o ano todo nas cores branca, rósea e lilás, embora também existam variações de castanho e amarelo.



CYMBIDIUM



A longa permanência das flores é uma característica marcante do Cymbidium, já que ficam abertas por mais de 30 dias. Elas aparecem em grande quantidade, entre dez e 40, e em uma vasta gama de cores, como amarela, branca, vermelha, rósea, verde, laranja, entre outras. Essa orquídea gosta de baixas temperaturas, florescendo no Outono-Inverno, porém, não resiste a geadas. Outros cuidados indicados são: meia-sombra, alta umidade relativa do ar e substrato bem aerado e mantido úmido.



PAPHIOPEDILUM



O formato exótico das flores do Paphiopedilum deu origem aos seus apelidos: sapatinho e queixuda. Elas podem ficar abertas por até um mês, além disso, é comum encontrar em suas laterais pelos e verrugas. Quanto às cores, são muito variadas, desde tons de amarelo, verde e vermelho até branco. Por ser nativa de matas sombreadas e úmidas da Ásia Tropical, essa orquídea aprecia substrato aerado e sempre umedecido, mas sem encharcamento, meia-sombra e clima temperado, ou seja, quente durante o dia e ameno à noite.




Texto da jornalista Renata Putinatti para a revista Meu Jardim n.º 3 - Ed. Casa Dois
Fotos: revista Meu Jardim n.º 3 - Ed. Casa Dois

Participação do Blog Flores & Plantas no UOL - As Videiras

7/02/2012 - 07h00

Videiras rendem efeito ornamental e frutos em pouco espaço; saiba como cultivar

Juliana Nakamura
Do UOL, em São Paulo
  • A videira da espécie <i>Vitis labrusca</i> presta para uso ornamental e também produz frutos. A doçura da uva está diretamente relacionada com a insolação: quanto mais sol, mais doce
    A videira da espécie Vitis labrusca presta para uso ornamental e também produz frutos. A doçura da uva está diretamente relacionada com a insolação: quanto mais sol, mais doce
Muito valorizadas por seus frutos que há milênios oferecem alimento e vinho ao homem, as videiras também podem ter uso ornamental e serem bem aproveitadas em jardins domésticos. Ao serem mantidas sobre caramanchões ou pergolados, essas trepadeiras podem adicionar altura em projetos de paisagismo e ainda prover sombra no verão. Além disso, dependendo da espécie escolhida e das condições de plantio, as parreiras de uvas podem gerar deliciosos frutos, ainda que não sejam em quantidade ou qualidade suficientes para produzir vinhos finos.
A seleção da espécie a ser cultivada e a análise das condições locais são os primeiros passos para quem quer ter uma videira bonita no jardim. O engenheiro agrônomo Jair Costa Nachtigal, pesquisador da Embrapa Clima Temperado, conta que se o objetivo é somente produzir sombra, o melhor é preferir plantas que comercialmente são utilizadas como porta enxertos. Entre as variedades indicadas para regiões tropicais estão a IAC 572 Jales, a IAC 313 Tropical e a IAC 766 Campinas. Para regiões mais frias, as variedades mais apropriadas são a Paulsen 1103, a SO4, Solferino e a Kober 5BB.
Mas se a intenção é produzir também frutos, deve-se privilegiar as americanas da espécie Vitis labrusca, também chamadas de uvas comuns ou uvas rústicas. De maneira geral, estas videiras caracterizam-se por apresentar elevada produtividade e alta resistência às doenças. Nesse grupo se enquadram a Niágara Rosada, a Niágara Branca, a Bordô, a Concord e a Concord Clone 30, entre outras.

Cultivo

  • BSB Jardins e Paisagismo
    Por ser uma trepadeira, a videira exige a construção de um suporte para a sustentação dos ramos, como pergolado, caramanchão ou uma simples treliça

Para plantios domésticos, as mudas podem ser produzidas por estacas lenhosas inseridas diretamente no local de plantio definitivo. “Para garantir o enraizamento, podem ser colocadas duas ou mais estacas em uma mesma cova, fazendo-se irrigações periódicas, conforme a necessidade”, instrui o engenheiro agrônomo Jair Costa Nachtigal, pesquisador da Embrapa Clima Temperado, lembrando ainda que outra possibilidade é comprar as mudas prontas de produtores registrados no Ministério da Agricultura.
O paisagista Paulo Heib, que já utilizou videiras em alguns de seus projetos, conta que as exigências para manter essa frutífera no jardim não são grandes. “A planta precisa de um espaço mínimo para cultivo, mas pode até mesmo ser plantada em grandes vasos, visto que as raízes não crescem muito”, diz.
No solo, a área mínima necessária para cada exemplar gira em torno de 10 m², a depender das condições locais e da espécie plantada. Além disso, por ser uma trepadeira, é preciso a construção prévia de um suporte para a sustentação dos ramos, como pergolado, caramanchão ou uma simples treliça, normalmente de madeira ou bambu.
Embora o melhor desenvolvimento da videira aconteça em regiões de clima mediterrâneo (quente e seco no verão, com invernos mais frios e úmidos), a planta se adapta a diferentes condições climáticas, desde que haja bastante luminosidade. A insolação direta é extremamente importante e a doçura dos frutos está relacionada com o período de sol que a planta recebe.
A videira também vai bem em qualquer tipo de terreno rico em matéria orgânica, com exceção dos solos encharcados.“Há mais de 40 anos, a idéia de que, no Brasil, as videiras só se desenvolvem no clima da serra gaúcha não é mais válida. Hoje, há espécies de uvas que podem ser cultivadas com sucesso do Oiapoque ao Chuí”, revela o pesquisador da Embrapa, Jair Nachtigal.
Podas de formação e de produção são importantes para assegurar que a planta cresça forte e pujante. A poda de formação é executada desde o plantio da muda até a planta adquirir o tamanho e o formato desejados. Já a poda de produção, feita anualmente quando a planta está no período de repouso (ou seja, no inverno), serve para manter o equilíbrio entre o vigor da vegetação e a frutificação.
É importante não criar a expectativa de ter frutos rapidamente. Afinal, as videiras levam de dois a três anos para atingir o seu desenvolvimento pleno. Além disso, antes de adquirir uma muda para uso ornamental, deve-se levar em conta que a videira é uma planta sazonal. Isso significa que, durante o período vegetativo até a frutificação, apresenta-se verde e produz sombra. No entanto, após a colheita, ela perde suas folhas e, junto com elas, sua função de sombreamento.

Plantas Aquáticas


São três subcategorias:


Plantas Palustres
- As plantas palustres são características de locais encharcados, elas se desenvolvem na proximidade de lagos e tanques e muitas vezes se confundem com plantas marginais, invadindo um pouco às margens dos lagos.
Plantas Marginais
-As plantas marginais preferem locais rasos, como margens de lagos e permanecem com as raízes e a primeira porção do caule e folhas submersos, além disso oferecem excelente abrigo para a vida silvestre, como rãs, insetos e outros animais aquáticos.

Plantas Flutuantes
-São as plantas que ficam flutuando na superfície do lago, não possuem raízes fixadas a nenhum substrato e necessitam de sol pleno. Oferecem sombra para os seres submersos.

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