Participação do Blog Flores & Plantas no UOL - As Forrações


Forrações: saiba mais sobre essas plantas delicadas e aprenda a cultivar e cuidar

Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
Sabe aquelas plantas de pouca altura que forram grandes espaços de terra no jardim? Elas formam um tipo de cobertura vegetal comumente chamado de forração e que nos remete a um verde e extenso gramado. No entanto, o termo forração é mais utilizado para designar espécies que não são resistentes ao pisoteio e muitos paisagistas e jardineiros não incluem os gramados nessa categoria.
De acordo com a paisagista Heloiza Rodrigues, da empresa A Prima Plantarum, são chamadas de forrações todas as espécies ornamentais que têm como objetivo cobrir toda a terra de um canteiro, de um vaso, ou de uma área extensa do jardim, funcionando como um verdadeiro tapete vivo.

Forrações sob o sol ou à sombra: veja espécies

Foto 13 de 13 - Espécies perenes para áreas sob pleno sol: Dianthus chinensis (cravina), muito florífera, pode ser utilizada tanto em clima quente, como frio. Formam lindos maciços quando plantadas sob pleno sol Getty Images
Já para o paisagista Paulo Cezar Heib, autor do blog Flores e Plantas, se a mesma espécie aplicada como forração em um jardim for usada em um vaso ou canteiro, deixa de ser assim designada: “basicamente, o termo está associado à planta que cobre diretamente o chão”, explica.
Como não podem ser pisoteadas, essas espécies são ideais para serem plantadas ao redor de árvores e sob pequenos bosques sombreados, já que possuem uma altura relativamente baixa, de cerca de 30 cm.
As forrações também protegem o solo de barrancos e taludes das erosões provocadas pelas chuvas e agem contra o ressecamento causado pelo calor. Além disso, auxiliam a absorção da água pluvial de maneira a evitar que o excesso se acumule no terreno.
“Elas complementam o projeto paisagístico, acrescentam cor e textura ao espaço e são melhor opção [para a manutenção do espaço drenável do solo] do que pisos impermeáveis ou pedriscos soltos, que tendem a  aumentar a irradiação do calor e a temperatura do local”, esclarece Heib.
Assim como a maior parte das plantas, as forrações podem ser divididas em opções a pleno sol e outras que se adaptam para a cobertura de locais sombreados, onde dificilmente um gramado comum se desenvolveria. “Essas espécies apreciam a luz indireta, filtrada, e se desenvolvem muito bem sob as árvores”, diz Rodrigues.
  • Getty IMages
Normalmente essas plantas vêm em caixas contendo oito a 15 unidades de mudas e são facilmente encontradas em "gardens centers", floriculturas e casas de plantas.
“Os Ceasas ainda são uma boa opção quando se procura custos mais baixos, mas unidades compradas diretamente dos produtores têm preços ainda melhores”, recomenda o paisagista Paulo Cezar Heib. Para calcular a quantia necessária, é preciso ter a metragem quadrada do canteiro e conhecer o espaçamento necessário entre as mudas.
Para o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas, a escolha da forração ideal deve levar em conta a luminosidade e as necessidades hídrica e estética. “Em geral é preciso ter um solo rico em matéria orgânica e cuidar para que não falte água”, ensina. 

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Participação do Blog Flores & Plantas na revista Paisagismo e Jardinagem n.º 114

Participei dessa matéria para a Revista Paisagismo & Jardinagem tratando sobre o plantio e cuidados com as Rosas

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Ed. 114 - junho 2012
Revista Paisagismo e Jardinagem - nº 114 - Ed. Casa Dois
(está nas bancas!! rsrs)

Como Cuidar de Orquídeas - Transplante de Cattleya

Vídeo com o passo a passo do transplante de uma Cattleya dolosa 'coerulea', uma orquídea de crescimento simpodial (ou seja, que cresce na horizontal). 

Essa orquídea é uma híbrida a partir das Cattleya loddigesiiCattleya walkeriana.


Vídeo retirado do link  http://www.youtube.com/watch?v=gfm1kyQypOg ; canal do blog Guindaste, de Carol Costa.

Gramado e tipos de Grama


Cada tipo de grama compõe gramados de cor e textura diferente. Há um tipo mais indicado para cada uso e tipo de solo. Formar listras e xadrez também é um ótimo recurso de paisagismo
Cada tipo de grama compõe gramados de cor e textura diferente. Há um tipo mais indicado para cada uso e tipo de solo. Formar listras e xadrez também é um ótimo recurso de paisagismo
Um belo jardim. Flores, árvores, frutas, animais... e grama. O verde que recebe de braços abertos todo colorido do jardim!

Abaixo, algumas dicas sobre tipos de grama, falando um pouco sobre prós de cada uma e suas principais características. Cuidado com a água, poda e adubação da grama. Como ocorre com as outras espécies de plantas, a manutenção do gramado varia de acordo com cada tipo.



CONHEÇA ALGUNS TIPOS DE GRAMA



Esmeralda
Com folhas bem estreitas e médias, tem enraizamento abundante. Cor verde esmeralda. Grande efeito ornamental, baixo índice de infestação de plantas daninhas, facilidade de plantio e baixa manutenção Própria para jardins residenciais, áreas industriais, casas de campo e praia, playground e campos de esportes em geral

São Carlos
Folhas largas, lisas e sem pelos; cor verde intenso, estolões* abundantes Adapta-se a áreas ensolaradas e semi-sombreadas. Tem crescimento pouco intenso, forma gramado denso. Indicações Ideal para jardins, áreas industriais, jardins de casas urbanas e de campo Ideal para jardins, áreas industriais, jardins de casas urbanas e de campo

Batatais
Planta de folhas lineares, muito pilosas e alongadas. Em relação às outras gramas, sua aparência é mais grosseira Grande rusticidade, baixo custo, tem resistência à seca e fácil adaptação a solos pobres É muito utilizado na contenção de erosões, taludes, áreas industriais, laterais e canteiros centrais de rodovias

Coreana
Rasteira, de folhas macias, muito finas e compactas, origem do nome grama-veludo Multiplica-se por placas e por divisão de touceiras Não é muito resistente ao pisoteio, portanto, não deve ser aplicada em locais que há circulação de pessoas

Bermudas
Folhas estreitas, crescimento rápido, cor verde folha Embora muito macia, tem alta resistência ao pisoteio e se recupera rapidamente quando submetida a maus-tratos Playgrounds, campos de futebol, pólo, tênis e outros esportes

Santo Agostinho
Folhas de largura e comprimento médios, lisas. Cor verde-escuro, estolões* abundantes Adapta-se bem ao litoral e a áreas semi-sombreadas. Bastante rústica, resiste bem às pragas e doenças Áreas semi-sombreadas e litorâneas, casas campo e praia, jardins residenciais

*Os estolões são partes da planta, como as raízes ou as folhas, e crescem rente ao solo e enraízam nos nós, dando, assim origem a uma nova planta.



texto e fotos de http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/colunas/alessandro-terracini/2011/07/07/quais-sao-as-opcoes-para-formar-um-gramado-como-saber-qual-grama-usar.htm

Participação do Blog Flores & Plantas no UOL - Horta de Temperos


Ter horta de temperos é fácil. Veja como cuidar e melhorar os sabores e aromas dos vegetais
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Simone Sayegh
Do UOl, em São Paulo
Algum tempo atrás, um jardim de ervas ao alcance das mãos parecia ser privilégio de poucos ou das casas no interior. Hoje, não há quem não tenha um espaço reservado para um vasinho de hortelã ou de salsinha dentro de casa.
Espalhados pelo jardim, em um cantinho na área de serviço ou na própria bancada da cozinha, esses pequenos cultivares alimentam uma infinidade de receitas que passaram a contar com temperos frescos, dentro do conceito “direto da horta”.

Temperos comuns que você pode ter em sua horta

Foto 3 de 7 - Alecrim (Rosmarinus officinalis): da Europa, veio para o Brasil com os colonizadores. Indicado para carnes - exceto peixes - e muito usado em molhos e sopas. Propriedades: tônico capilar, medicamento para memória, anti-séptico, entre outras. Deve ser cultivado em solo calcário e bem drenado e a irrigação precisa ser moderada a cada dois dias Getty Images
Comercializados até em supermercados, potinhos com plantas parecem muito fáceis de cultivar à primeira vista, mas toda horta tem seu segredos, mesmo a de temperos. Quem já comprou sabe que depois de algum tempo terra e planta murcham e o vasinho vai direto para o lixo.
Então, como fazer para ter uma verdadeira horta de temperos em casa e fazer com que ela dure mais de uma estação?
O paisagista Paulo Cezar Heib diz que, ao contrário do que se pensa, o cultivo de temperos deve ser cuidadoso: “o valor condimentar e aromático dessas plantas está sempre associado ao teor de óleos essenciais, que são gerados durante o desenvolvimento do vegetal”, explica. “Cuidar bem das ervas garante a boa evolução da planta e, como consequência, um valor condimentar mais alto”, completa.

Veja como fazer a sua própria horta orgânica

Foto 1 de 38 - Não é preciso um grande quintal para começar uma horta orgânica em casa. Um pequeno vaso já é o suficiente para dar início ao processo. Veja a seguir no passo a passo como criar a sua horta em vasos Fabiano Cerchiari/UOL
Para começar, Heib recomenda a compra de mudas em fornecedores certificados e de confiança. “Se houver tempo e paciência para esperar a muda crescer, uma opção são as sementes”, sugere. De fato, o acesso às sementes pode ser mais fácil e prático, já que as embalagens contêm muitas unidades e permitem uma utilização continua.
A engenheira agrônoma Lenita Haber, analista de Transferência de Tecnologia da Embrapa Hortaliças, ressalta apenas a importância de guardar as sementes não utilizadas em um frasco fechado e mantê-las em um lugar arejado e à sombra ou então na parte mais baixa da geladeira.

Veja dicas para o cultivo da sua horta de temperos

  • Getty Images

A época de plantio pode variar de acordo com a espécie. A salsinha, o orégano, o coentro e a cebolinha devem ser plantados de abril a junho. Alecrim, manjericão e hortelã têm possibilidade de plantio durante o ano todo.
Porém, é melhor não iniciar o cultivo durante o inverno, porque a baixa temperatura diminui o metabolismo do vegetal, o que pode comprometer seu pleno desenvolvimento.
De acordo com agrônoma Lenita Haber, o espaçamento recomendado para o plantio em pequenos espaços é cerca de 70% do convencional. Por exemplo, se a semente tem que ser colocada a 30 cm de distância da próxima, no plantio em pequenos espaços essa diferença cai para algo próximo aos 10 cm.
A distribuição das plantas no canteiro também varia de acordo com seu tipo de crescimento. “Se o vaso não dá o resultado esperado, há grandes chances de ser por falta de sol ou rega incorreta, mas cada espécie tem suas particularidades, portanto cuidado ao plantá-las juntas.”, adverte o paisagista Paulo Cezar Heib. Se a dúvida persistir, cultive-as em vasinhos separados.
O alecrim e o manjericão crescem para cima, entouceirados, e podem ser cultivados em grupos.  No caso do manjericão, é importante também sempre arrancar as flores, pois elas “roubam” o perfume das folhas.
Já o tomilho e a hortelã se espalham em ramas rasteiras, portanto é recomendável que não sejam plantados diretamente na terra do jardim, mas em jardineiras ou vasos, para que não invadam os espaços dos demais vegetais.
A cebolinha gosta de pouquíssima água e deve ser colocada em um vasinho à parte.  Além disso, todas as plantas possuem ciclos de desenvolvimento de  seis meses a um ano e que demandam o consumo contínuo das folhas e frutos.
 “No caso da salsa e cebolinha é importante colher as folhas mais velhas, para dar força às mais novas.”, esclarece o paisagista. O mesmo ocorre com as pimentas, que devem ser colhidas maduras para renovar e fortificar as próximas flores.

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