Jabuticaba ou Jabuticabeira (Myrciaria cauliflora)



Nome científico: Myrciaria cauliflora
Nome popular: Jabuticaba, Jabuticabeira, Fruita

Família: Myrtaceae
Origem: Brasil e América do sul



Muda com 0,40m de altura R$ 50,00 (muda jovem - previsão de 01 ano para começar a produzir)










Muda com 1,20m de altura R$ 170,00 (produzindo)




A Jabuticabeira é uma planta originária de nossa Mata Atlântica, uma frutífera bastante cultivada inclusive em pomares caseiros. Muito popular, é fácil encontrar mudas dessa planta, desde novinha até árvores já bastante grandes e produzindo frutos. Ela também é muito utilizada para a formação de bonsais.



É uma planta elegante de folhas pequenas e atinge seu “auge” como planta ornamental durante a floração e frutificação.



Como indica seu nome científico, as flores e frutos nascem no caule. Quanto mais maduro, mais doce é seu fruto, que é muito rico em vitamina C (ácido ascórbico), e que se consumido em excesso pode até causar danos à boca (e ao excesso da fruta causa prisão de ventre também, a tal da constipação...)




Ela chega a frutificar até cinco vezes num ano!!




Cuidados


Ela é uma planta que absorve nutrientes bastante rapidamente, e por ser uma frutífera o ideal é que se adube com fertilizantes ricos em Fósforo (P) que fortalecem as flores e frutos. Eu uso sempre esterco de aves, que perdura pelo menos dois a três meses na terra.



Além de poder ser plantada no chão, ela aceita muito bem ser plantada em vasos. Nesse caso, vale sempre avaliar o tamanho do vaso para que a planta se desenvolva sem muitas limitações.



É uma planta beberrona, portanto deve ser regularmente regada. As minhas duas estão em vasos de cerâmica (vide fotos abaixo) e são regadas abundantemente todos os dias. O resultado está bastante positivo, sendo esta a segunda florada de ambas.



Sempre ao regar é interessante molhar de leve também o caule da árvore, dando um banho geral na planta. Água bem fraquinha para não derrubar as frutas!!



Por gostar de muita água, o solo deve ser bem drenado para que a água não empoce. Se plantada em vaso, é importante que se coloque ou argila expandida, ou brita ou ainda cacos de telha (cerâmica), manta de bidim e por cima deles uma boa camada de areia, para que a água escoe facilmente.



Elas devem ser plantadas a pleno sol.



No chão, algumas variedades podem ultrapassar 12m de altura, porém é possível podá-la para conter seu crescimento sem que a planta seja prejudicada.




Pragas


Cochonilhas costumam atacar as folhas e até os frutos. 




E é bastante comum que borboletas botem seus ovos nas folhas, e se não forem eliminados logo surgem as lagartas que comem as folhas. É fácil localizar esses ovinhos, são azulados e ficam grudados na parte de cima da folha. Se as lagartas saírem dos ovos, elas costumam juntar duas folhas para formar seu casulo.



A Jabuticaba fruta da pele escura de polpa branca de sumo saboroso, contendo um ou dois caroços, mas de fácil digestão.



Fotos



Tenho duas jabuticabeiras, ambas em vasos, como se pode ver nas fotos.


Nessa foto de 23/07, as frutas estavam verdes




























Dia 30/07 já estavam maduras























































Outras informações sobre as jabuticabas

(site http://scienceblogs.com.br)


O pH da fruta (que se deixada de molho em álcool por 24 horas e filtrada, serve como indicador de pH) varia entre 2.91 e 3.70, deixando a fruta bastante ácida (por causa da rica quantidade de vitamina C, ou ácido ascórbico), o que pode causar danos à boca se degustada em excesso.




Árvore nativa do Brasil, na região abrangendo os estados de Minas Gerais e Bahia, pé formoso, alcançando até quinze metros de altura, de raízes rasas (absorvendo nutrientes com muita rapidez e facilidade), vive em locais quentes mas agüenta climas frios muito bem.




Produto comercial importante para nosso país, sendo exportada (tanto a fruta quanto a planta) para várias nações ao redor do planeta.




Texto: Paulo Heib

Fotos das jabuticabeiras: Adriana Herz

Fotos das mudas: Paulo Heib

Como criar um jardim com plantas da Mata Atlântica


Jardim com plantas da Mata Atlântica


Antes de falar da Mata Atlântica em si, precisamos saber que ela é um dos biomas brasileiros. E o que é um bioma?

BIOMA é o nome que se dá a conjuntos diferentes de ecossistemas que possuem características próprias e mais ou menos homogêneas, e envolve a fauna e a flora que interagem entre si e com o ambiente. Também apresentam clima homogêneo.

O nosso Brasil é dividido em alguns BIOMAS: Amazônia, Pantanal, Caatinga, Mata dos Cocais, Cerrado, Pampas e, claro, a Mata Atlântica.

A Mata Atlântica está presente em grande parte do território brasileiro, abrangendo toda a costa leste desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, ocupando cerca de 13% do território nacional. É considerada o bioma de maior biodiversidade do planeta. Infelizmente, hoje contamos com apenas 5% da floresta original devido ao desmatamento predatório desde o tempo da colonização. Inúmeras espécies estão em extinção, na fauna e também na flora. É uma região bastante úmida e de altitude elevada.



Falando em plantas ornamentais, a Mata Atlântica é riquíssima. Nela encontramos o jequitibá-rosa, o gigante da floresta, as flores roxas das quaresmeiras e até alguns pau-brasil remanescentes. E abaixo da floresta, há pequenas árvores, arbustos e palmeiras, cobertos de bromélias e orquídeas.


É possível montar um jardim basicamente com plantas de Mata Atlântica. 


Claro que ele se adaptará melhor se você morar em alguma área desse bioma. Tudo dependerá do espaço disponível, pois é possível montar desde um 
pequeno jardim até um grande bosque!


Para criarmos esse jardim, precisamos conhecer a estrutura da Mata Atlântica: basicamente uma floresta de árvores altas (20 a 30m de altura) que produzem muita sombra sob as copas, muitas plantas epífitas (samambaias, orquídeas, bromélias), muitas variedades de arbustos e palmeiras e também algumas frutíferas. E sob as copas, muitas forrações que gostam de sombra ou meia-sombra.



Onde e como plantar?
Com exceção das árvores de grande porte, qualquer dessas plantas podem ser cultivadas em vasos ou jardineiras.


Rega
Por ser uma região de alta pluviosidade, plantas de Mata Atlântica precisam de regas regulares.


Solo
O solo é bastante rico em matéria orgânica, portanto é necessário já no plantio que se adube bem. Humus-de-minhoca é a melhor opção, mas esterco de curral ou de aves também são ótimas opções.


Como cuidar?
A forma de cuidar não difere muito do que estamos acostumados, afinal, muitas vezes já temos plantas desse bioma e não sabemos disso.


Onde comprar com segurança?
Na lista abaixo há diversas espécies nativas desse bioma. Para plantas de porte médio e grande, recomendo que se procure produtores certificados que fornecem mudas enxertadas.
Para plantas menores, é fácil encontrar mudas pequenas e às vezes até em caixinhas com 15 mudas (no caso das forrações). Não se preocupe caso compre mudas pequenas, afinal essas plantas têm crescimento vigoroso e não demoram a crescer.


Podem ser cultivadas dentro de casa?
Muitas dessas plantas podem sim ser cultivadas dentro de casa, mas somente as de sombra e meia-sombra, como o caso das samambaias, filodendros, marantas e bromélias. Basicamente, as de grande porte precisam de sol pleno. Helicônias já preferem locais ensolarados.




Lista de Éspécies típicas da Mata Atlântica

Árvores:
Guapuruvu (Shizolobium parayba)
Ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla)
Ipê-branco (Tabebuia roseo-alba)
Jequitibá-rosa (Cariniana legalis)
Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis)
Pau-brasil (Caesalpinia echinata)
Araucária (Araucaria angustifolia)
Quaresmeira (Tibouchina granulosa)

Frutíferas:
Goiabeira (Psidium guajava)
Ingá (Inga vera)
Jabuticabeira (Myrciaria cauliflora)
Pitanga (Eugenia uniflora)
Maracujá (Passiflora alata)

Epífitas:
Filodendros, Bromélias e orquídeas diversos.

Palmeiras:
Côco (Cocos nucifera)
Jerivá (Syagrus romanzoffiana)

Forrações:
Semânia (Seemania sylvatica)
Falso-íris (Neomarica caerulea)
Sálvia (Salvia splendens)
Marantas diversas

Outras Plantas ornamentais nativas da M.A.:
Peixinho (Nematanthus wettsteinii)
Helicônia-papagaio (Heliconia psittacorum)
Helicônia (Heliconia rivularis)
Alamanda (Allamanda cathartica)
Amarilis (Hippeastrum hybridum)
Samambaia-xaxim (Dicksonia sellowiana)
Samambaia-de-metro (Polypodium persicifolium)
Samambaia-gigante-do-brejo (Acrostichum danaeifolium)
Avenca (Adiantum raddianum)
Guaimbê (Philodendron bipinnatifidum)

Produção de mudas em copinhos descartáveis


Mudas prontas para transplante, já com duas folhas verdadeiras.
Mudas prontas para transplante, já com duas folhas verdadeiras.
Existem diversas maneiras de propagar plantas através de sementes. Nos artigos passados, mostrei aqui como propagar com copinhos de papel jornal e bandejas (células). Uma outra maneira, também bastante simples, que nos permite produzir mudas de hortícolas, aromáticas, medicinais, ornamentais e frutíferas é com a utilização de copinhos descartáveis de café ou água. É um modo simples, eficiente, ecológico e barato, pois os copinhos podem ser reutilizáveis.
Usualmente, eu elimino o fundo dos copinhos, para assim poder retirar as mudas com mais facilidade. E, para que o substrato não escorra pelo fundo dos copinhos (que foi retirado), costumo colocar uma pequena porção de substrato úmido, e prensar com o dedo. Após isto, poderá encher os copinhos normalmente que o substrato não escorrerá.
O manejo das pequenas mudas com este sistema é o mesmo do que com as bandejas, ou seja, resume-se a manter o substrato úmido, fazer o raleio com uma tesoura ou com a unha mesmo. Lembre-se de nunca puxar as plantinhas excedentes para não danificar as sensíveis raízes daquela que vai ficar no copinho.
O substrato usado, também é o mesmo recomendado para as bandejas, ou seja, deve ser solto, fértil e com boa capacidade de retenção de água.
Caso você pretende fazer mudas de plantas maiores, como o caso das frutíferas, poderá optar por copos de água ou refrigerantes, descartáveis. O sistema é o mesmo, só muda a escala.
Com estes copinhos descartáveis, temos mil opções. Podemos inclusive, fazer mudas usando como substrato areia de rio (grossa), num sistema bem parecido com o floating, quase uma hidroponia. Este sistema explicarei num novo artigo.
Abaixo o passo a passo ilustrado da produção de mudas em copinhos descartáveis de café. Lembrando que você poderá optar por copos maiores de acordo com sua necessidade, ou seja, para plantas pequenas copinhos pequenos, e para plantas maiores copos maiores.
Você pode utilizar copinhos com fundo ou sem fundo.
Você pode utilizar copinhos com fundo ou sem fundo.
Se utilizar copinhos sem fundo, coloque uma "bolachinha" de substrato úmido para facilitar a operação.
Se utilizar copinhos sem fundo, coloque uma "bolachinha" de substrato úmido para facilitar a operação.
Perceba que o substrato não escoa.
Perceba que o substrato não escoa.
Preencha os copinhos com o substrato escolhido.
Preencha os copinhos com o substrato escolhido.
Copinhos já organizados na bandeja e prontos para o plantio. Coloque de uma a tres sementes por copinho e irrigue pela manhã e pela tarde.
Copinhos já organizados na bandeja e prontos para o plantio. Coloque de uma a tres sementes por copinho e irrigue pela manhã e pela tarde.
Mudas germinando e raleio com tesoura de ponta fina.
Mudas germinando e raleio com tesoura de ponta fina.
Mudas de alface prontas para o transplante ou até mesmo colheita como "baby leaf".
Mudas de alface prontas para o transplante ou até mesmo colheita como "baby leaf".
Espero que façam um bom proveito usando este novo sistema. Boas colheitas!

Participação do Blog Flores & Plantas no UOL - As Forrações


Forrações: saiba mais sobre essas plantas delicadas e aprenda a cultivar e cuidar

Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
Sabe aquelas plantas de pouca altura que forram grandes espaços de terra no jardim? Elas formam um tipo de cobertura vegetal comumente chamado de forração e que nos remete a um verde e extenso gramado. No entanto, o termo forração é mais utilizado para designar espécies que não são resistentes ao pisoteio e muitos paisagistas e jardineiros não incluem os gramados nessa categoria.
De acordo com a paisagista Heloiza Rodrigues, da empresa A Prima Plantarum, são chamadas de forrações todas as espécies ornamentais que têm como objetivo cobrir toda a terra de um canteiro, de um vaso, ou de uma área extensa do jardim, funcionando como um verdadeiro tapete vivo.

Forrações sob o sol ou à sombra: veja espécies

Foto 13 de 13 - Espécies perenes para áreas sob pleno sol: Dianthus chinensis (cravina), muito florífera, pode ser utilizada tanto em clima quente, como frio. Formam lindos maciços quando plantadas sob pleno sol Getty Images
Já para o paisagista Paulo Cezar Heib, autor do blog Flores e Plantas, se a mesma espécie aplicada como forração em um jardim for usada em um vaso ou canteiro, deixa de ser assim designada: “basicamente, o termo está associado à planta que cobre diretamente o chão”, explica.
Como não podem ser pisoteadas, essas espécies são ideais para serem plantadas ao redor de árvores e sob pequenos bosques sombreados, já que possuem uma altura relativamente baixa, de cerca de 30 cm.
As forrações também protegem o solo de barrancos e taludes das erosões provocadas pelas chuvas e agem contra o ressecamento causado pelo calor. Além disso, auxiliam a absorção da água pluvial de maneira a evitar que o excesso se acumule no terreno.
“Elas complementam o projeto paisagístico, acrescentam cor e textura ao espaço e são melhor opção [para a manutenção do espaço drenável do solo] do que pisos impermeáveis ou pedriscos soltos, que tendem a  aumentar a irradiação do calor e a temperatura do local”, esclarece Heib.
Assim como a maior parte das plantas, as forrações podem ser divididas em opções a pleno sol e outras que se adaptam para a cobertura de locais sombreados, onde dificilmente um gramado comum se desenvolveria. “Essas espécies apreciam a luz indireta, filtrada, e se desenvolvem muito bem sob as árvores”, diz Rodrigues.
  • Getty IMages
Normalmente essas plantas vêm em caixas contendo oito a 15 unidades de mudas e são facilmente encontradas em "gardens centers", floriculturas e casas de plantas.
“Os Ceasas ainda são uma boa opção quando se procura custos mais baixos, mas unidades compradas diretamente dos produtores têm preços ainda melhores”, recomenda o paisagista Paulo Cezar Heib. Para calcular a quantia necessária, é preciso ter a metragem quadrada do canteiro e conhecer o espaçamento necessário entre as mudas.
Para o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas, a escolha da forração ideal deve levar em conta a luminosidade e as necessidades hídrica e estética. “Em geral é preciso ter um solo rico em matéria orgânica e cuidar para que não falte água”, ensina. 

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Participação do Blog Flores & Plantas na revista Paisagismo e Jardinagem n.º 114

Participei dessa matéria para a Revista Paisagismo & Jardinagem tratando sobre o plantio e cuidados com as Rosas

Clique na foto para ampliar e ler o conteúdo

Clique para ampliar

Ed. 114 - junho 2012
Revista Paisagismo e Jardinagem - nº 114 - Ed. Casa Dois
(está nas bancas!! rsrs)

Como Cuidar de Orquídeas - Transplante de Cattleya

Vídeo com o passo a passo do transplante de uma Cattleya dolosa 'coerulea', uma orquídea de crescimento simpodial (ou seja, que cresce na horizontal). 

Essa orquídea é uma híbrida a partir das Cattleya loddigesiiCattleya walkeriana.


Vídeo retirado do link  http://www.youtube.com/watch?v=gfm1kyQypOg ; canal do blog Guindaste, de Carol Costa.

Gramado e tipos de Grama


Cada tipo de grama compõe gramados de cor e textura diferente. Há um tipo mais indicado para cada uso e tipo de solo. Formar listras e xadrez também é um ótimo recurso de paisagismo
Cada tipo de grama compõe gramados de cor e textura diferente. Há um tipo mais indicado para cada uso e tipo de solo. Formar listras e xadrez também é um ótimo recurso de paisagismo
Um belo jardim. Flores, árvores, frutas, animais... e grama. O verde que recebe de braços abertos todo colorido do jardim!

Abaixo, algumas dicas sobre tipos de grama, falando um pouco sobre prós de cada uma e suas principais características. Cuidado com a água, poda e adubação da grama. Como ocorre com as outras espécies de plantas, a manutenção do gramado varia de acordo com cada tipo.



CONHEÇA ALGUNS TIPOS DE GRAMA



Esmeralda
Com folhas bem estreitas e médias, tem enraizamento abundante. Cor verde esmeralda. Grande efeito ornamental, baixo índice de infestação de plantas daninhas, facilidade de plantio e baixa manutenção Própria para jardins residenciais, áreas industriais, casas de campo e praia, playground e campos de esportes em geral

São Carlos
Folhas largas, lisas e sem pelos; cor verde intenso, estolões* abundantes Adapta-se a áreas ensolaradas e semi-sombreadas. Tem crescimento pouco intenso, forma gramado denso. Indicações Ideal para jardins, áreas industriais, jardins de casas urbanas e de campo Ideal para jardins, áreas industriais, jardins de casas urbanas e de campo

Batatais
Planta de folhas lineares, muito pilosas e alongadas. Em relação às outras gramas, sua aparência é mais grosseira Grande rusticidade, baixo custo, tem resistência à seca e fácil adaptação a solos pobres É muito utilizado na contenção de erosões, taludes, áreas industriais, laterais e canteiros centrais de rodovias

Coreana
Rasteira, de folhas macias, muito finas e compactas, origem do nome grama-veludo Multiplica-se por placas e por divisão de touceiras Não é muito resistente ao pisoteio, portanto, não deve ser aplicada em locais que há circulação de pessoas

Bermudas
Folhas estreitas, crescimento rápido, cor verde folha Embora muito macia, tem alta resistência ao pisoteio e se recupera rapidamente quando submetida a maus-tratos Playgrounds, campos de futebol, pólo, tênis e outros esportes

Santo Agostinho
Folhas de largura e comprimento médios, lisas. Cor verde-escuro, estolões* abundantes Adapta-se bem ao litoral e a áreas semi-sombreadas. Bastante rústica, resiste bem às pragas e doenças Áreas semi-sombreadas e litorâneas, casas campo e praia, jardins residenciais

*Os estolões são partes da planta, como as raízes ou as folhas, e crescem rente ao solo e enraízam nos nós, dando, assim origem a uma nova planta.



texto e fotos de http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/colunas/alessandro-terracini/2011/07/07/quais-sao-as-opcoes-para-formar-um-gramado-como-saber-qual-grama-usar.htm

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