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Plantar no vaso ou plantar no chão? Eis a questão!!

Antes de falar propriamente do tema do post, vale a pena dar uma extendida em um aspecto importante que é a ausência de solo aparente. Parece que quem tem hoje algum espaço de terra livre em seu quintal é um verdadeiro felizardo, não é mesmo? Obviamente, quem mora em apartamentos apenas pode curtir o jardim do seu condomínio (isso quando há jardim!), e se quiser ter plantas dependerá de vasos, jardineiras e criatividade. Mas, e quem possui uma casa?


Pois é, quem reside em casas muitas vezes cimenta 100% do seu terreno e elimina qualquer espaço de solo aparente. Isso é uma pena. Não só pelo jardim que jazeu, mas também pela eliminação de área permeável. Sabia que há uma legislação que trata disso na cidade de São Paulo? É a Lei N.º 11.228, DE 25 DE JUNHO DE 1992, assinada pela Sra. Erundina. O Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo determina que os imóveis mantenham ao menos 15% de sua área permeável, livre de construções ou pavimentos, permitindo a absorção das águas pluviais. A Prefeitura ainda não teve a brilhante idéia de fazer essa fiscalização nos imóveis da cidade, pois se fizer isso achará uma bela fonte de recursos para os cofres públicos.


Voltando às nossas plantas... Plantar no vaso ou plantar no chão? Eis a questão!! Quem tem plantas em vasos quer que elas fiquem lindas e robustas, que cresçam viçosas e dêem muitas flores, que permaneçam com esse aspecto o ano todo. Claro que isso é possível, porém diferentemente das plantas no chão, as que estão em vasos têm muitas limitaçõs no que diz respeito a espaço para raízes e nutrição.


Quando trato com meus clientes, gosto de fazer comparação entre planta em vaso e um pássaro na gaiola. A planta no vaso, tal qual o pássaro preso, depende quase que 100% dos cuidados de seu dono. Rega, adubação, insolação, ventilação, tudo isso dependerá das suas ações. Basta um esquecimento e você perceberá sua planta sem água, ou que está há meses sem receber qualquer adubação.

Quem tem uma planta deve prestar atenção às suas necessidades, e assim poderá esperar bons resultados. O tempo que você dispende cuidando de sua planta será muito bem recompensado. E não adianta achar a planta do vizinho mais bonita se você não cuidar bem da sua!



SOBRE MIM: Realizo meus trabalhos de manutenção de jardim e vasos na cidade de São Paulo, preferencialmente na zona sul.

Caso queira uma consultoria, ou manutenção mensal, entre em contato comigo pelo telefone 11 9 9829-4076 ou pelo e-mail pauloheib@hotmail.com

Sou técnico Paisagista, formado pelo SENAC-SP, tenho 22 anos de experiência no trato de plantas. Apesar de ter o curso, continuo estudando e aprendendo.

Participação do BLOG Flores & Plantas no UOL - Manacá-de-cheiro


Perfume do passado: cultive o manacá-de-cheiro e atraia borboletas à varanda e ao jardim

Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
O manacá de cheiro era presença certa nos quintais das casas das vovós do início do século 20. Hoje não é tão fácil encontrar essa espécie nativa da Mata Atlântica em quintais, porque boa parte desses lotes cheios de pomares e flores deu lugar a apartamentos. “Vintage”, esses arbustos de flores brancas e roxas ou azuis podem ser cultivados em vasos.
“Porém, como seu perfume é bem forte, deve-se ter o cuidado de não plantá-lo próximo a dormitórios de crianças e de pessoas mais sensíveis”, explica o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas.
Além de disseminar seu odor característico, o manacá é conhecido por atrair borboletas, a “borboleta do manacá” (Methona themisto), que se desenvolve exclusivamente nas folhas dessa planta. Portanto não se assuste se “brotarem” lagartas, além de flores de sua arvorezinha. Elas não fazem mal a planta, portanto, evite destruí-las.
Senhoras e senhores, o manacá
O manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora) é um arbusto lenhoso da família dasSolanaceaes, da qual também fazem parte o tomate, a batata e o tabaco. Seus nomes populares mais comuns são: manacá-de-jardim, garetataca, mercúrio-vegetal e romeu-e-julieta.
Parecido com uma pequena árvore, detém copa que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e até 2 m de diâmetro. Seus ramos são densos e suas folhas ovaladas, lisas e verde escuras. “Se podado, o arbusto toma a forma de arvoreta”, explica Jadão. É uma planta de zonas tropical e subtropical, adaptada a climas quentes. Mas tem um melhor desenvolvimento em zonas onde há grandes diferenças de temperaturas (dias quentes e noites frias).
De acordo com o paisagista Paulo Cezar Heib, as flores do manacá nascem nas extremidades de seus ramos e passam do azul violeta ao branco, durante a floração, principalmente na primavera e verão. “A beleza e o perfume conferem à planta um grande valor ornamental”, avalia.
Cultivo
No mercado é possível encontrar desde pequenas mudas com cerca de 50 cm até plantas já formadas com quase 2 m de altura. A escolha do tamanho dependerá do projeto paisagístico e do espaço disponível.
O cultivo do manacá é feito através sementes, por estaquia ou - simplesmente – pelo transplante de mudas que surgem das raízes de um exemplar maior, o que torna o manacá-de-cheiro uma espécie entouceirada.
  • Arquivo Jardim Botânico de São Paulo/ Divulgação
    Menor que o "de cheiro", o manacá-da-serra tem menos perfume e flores mais violáceas
Para o bom desenvolvimento, o manacá precisa de muito sol. Versátil, a planta pode ter cultivo isolado ou em grupo, inclusive na forma de renques (as populares cercas-vivas). Quando em vasos, cuide para que os recipientes sejam profundos e com grande diâmetro para não sufocar as raízes e dar boa sustentação ao arbusto.
Para o plantio, a melhor época é o final do inverno ou início da primavera, em solo rico em matéria orgânica. O substrato farto geralmente é suficiente para suprir os nutrientes pedidos pelo manacá, mas isso não impede a adubação química (adubo com enxofre e potássio). Todavia, neste caso, é fundamental seguir a recomendação via embalagem quando do preparo da terra virgem. Depois dessa primeira adubação, repita o processo a cada três meses.
Manutenção
Para manter a boa hidratação e evitar apodrecimento, as regas em canteiros devem ser diárias durante o período de floração, regulares em época de poucas chuvas e moderada em períodos chuvosos, em todos os casos, porém, a terra deve ser regularmente drenada. No caso dos vasos, as regas devem ser sempre regulares (2 a 3 vezes semanais) e a terra que envolve a planta deve ser trocada a cada dois anos.
De acordo com Heib, o manacá-de-cheiro é uma planta que aceita muito bem as podas. O arbusto pode ser limpo após o outono, quando a planta se prepara para entrar em dormência. “Essa limpeza consiste na retirada dos galhos secos e folhas amarelas”, explica.
Pragas
Se encaradas como pragas, as lagartas amarelas e pretas são a ocorrência mais comum nesse arbusto lenhoso, pois depositam seus ovos nas folhas do manacá. Porém, as lagartas e borboletas não trazem dano à planta.
De outro modo, os fungos tendem atacar o manacá nos períodos mais úmidos do ano. Tais microrganismos podem ser eliminados sem grandes dificuldades com uso de fungicida, sob recomendação de um paisagista ou engenheiro agrônomo.
Além dos fungos, o arbusto também é suscetível à ação de cochonilhas e pulgões, mas esses insetos só devem ser combatidos com repelentes quando o manacá não estiver no período de floração.

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Roseira Topiada

Elegante e decorativa, a roseira também pode ser apresentada em versão topiada. Explico sobre topiaria nessa outra postagem aqui.

Com mais de 1,5m de altura e apresentada em diversas cores, essas plantas podem ser plantadas em vasos para decorar sacadas e coberturas. Seu efeito final é muito bonito e o sucesso é garantido.


Como qualquer roseira, as topiadas exigem bastante sol para que possam se manter bonitas e floridas.

Nessa outra postagem há maiores explicações sobre os cuidados com as roseiras.







Fotos de Adriana Herz



Horta eletrônica!!!


retirado do site http://todaela.uol.com.br/casa/tenha-uma-hortinha-eletronica-em-casa



Tenha uma hortinha eletrônica em casa

O aparelho cuida de sua planta automaticamente, fazendo a rega e até a adubação sozinhoPOR CLAUDIA BORGES EM 21/08/2012 10:23, EM CASA
Fonte: Divulgação/Click & Grow
Ter uma horta com temperos e até verduras em casa se tornou um desejo de consumo para muita gente. Poder usar em suas refeições os produtos que você mesmo cultiva é um privilégio e até uma economia no orçamento. Porém, nem todo mundo tem tempo ou habilidade para cuidar de uma horta, tomando conta da irrigação correta, da adubação e da escolha certa do ambiente.
Para isso foi criado a Click & Grow, que é uma horta eletrônica muito fácil de usar, que funciona com baterias. Ela cultiva sozinha as plantas sem que você precise se preocupar com rega e adubação. Você não tem que ter qualquer conhecimento sobre jardinagem, em vez tudo vai ser cuidado pela tecnologia inteligente do aparelho.
De acordo com o tipo de planta a ser cultivado e as suas necessidades, o Click & Grow tem as medidas necessárias e doses da quantidade exata de fertilizante, água e ar.
Fonte: Divulgação/Click & Grow
O vaso eletrônico Click & Grow tem sensores eletrônicos, uma bomba e um reservatório de água. As sementes, as baterias, os adubos e um software especial de cultivo (de acordo com o tipo de semente) não estão no aparelho, sendo colocados à parte na montagem.
Para começar o seu jardim, é só colocar as baterias, adicionar as sementes, instalar o software e colocar água de boa qualidade no reservatório até o nível indicado. Depois, é só esperar de uma a duas semanas que a plantinha começa a aparecer!
Para a manutenção, você só precisa encher o compartimento uma vez por mês e trocar a bateria uma vez ao ano. O Click & Grow tem opções de flores, tomatinhos e manjericão. Confira no vídeo abaixo mais informações desse aparelho genial.

A dama-da-noite (cacto-orquídea)



Pagar



vaso com cerca de 35cm de altura
(este vaso contém 01 muda)







Caros Amigos, todas as fotos abaixo são tiradas por mim; as plantas abaixo são aqui de minha casa.



Nome Técnico: Epiphyllum oxypetalum

Origem: América Central e Brasil.



A origem do nome é grega e significa "sobre as folhas", pois suas flores surgem de ramos que parecem folhas. Raramente tem espinhos, mas possuem pêlos nas aréolas.

Suas flores são grandes, vistosas e coloridas e seus ramos são achatados e suculentos, mas também podem se apresentar triangulares.

Em estado selvagem, na floresta, podem se desenvolver sobre árvores, mantendo as raízes no chão, quase como se fosse uma trepadeira.
Retira a umidade do ar e do sereno.

Quando cultivada necessita de pouca água e substrato bem arenoso para as raízes respirarem.






Esse cacto é conhecido como Dama-da-Noite. Pertence ao gênero Epiphyllum. Nas fotos aparecem os botões  e as flores já abertas, por volta de 11 horas da noite.
Suas flores são grandes, com mais de 25cm e somente abrem à noite porque os insetos que realizam a sua polinização são de hábito noturno. Por volta das 6h da manhã elas já estão murchando, portanto é bom ficar bem atento para não perder o "show"!!

O espetáculo destas flores abertas neste horário avançado é sempre muito esperado por quem as cultiva.




Modo de cultivo :

Local ensolarado, solo bem drenado.
Pede um substrato de cultivo rico em matéria orgânica e misturado com areia (50% x 50%), para boa drenagem e aeração.

No verão deve-se regar regularmente e fazer a adubação de cobertura.
No inverno evitar regar, se estiver ao ar livre as chuvas serão até mais do que suficientes.

É uma planta de cuidados simples para quem se inicia no cultivo de cactos.


Paisagismo:
Pode formar a base de um conjunto de jardim de pedras. É uma planta vigorosa e pode ser usada com destaque.

Comercialmente:
A dificuldade em encontrá-la disponível no mercado a torna um pouco cara. Alguns especialistas chegam a comercializá-las por mais de R$ 1.000,00!!






Fotos: Paulo Heib
texto adaptado do site: www.fazfacil.com.br

(ao reproduzir essa postagem, por favor colocar os devidos links e créditos*)


*dedicado ao blog Planta Sonia, que adora copiar fotos e textos sem dar créditos.

Manacá-da-serra



Pagar









Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Nome Popular: Manacá-da-serra, Manacá-da-serra-anão, Cuipeúna, Jacatirão
Família: Melastomataceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

Um dos meus xodós em casa é meu vaso de manacá-da-serra. Agora em maio começaram a abrir as primeiras flores, e pelo andar da carruagem teremos flores por muito tempo já que todos os dias abrem de três a quatro flores, e restam uns duzentos botões ainda!!

É sem dúvida, ao lado da minha jabuticabeira, o maior beberrão aqui de casa. E provavelmente esse conjunto de sol + muita água + adubo orgânico é a fórmula do sucesso da minha planta.

ATUALIZAÇÃO em 01/04/2011



Após muito questionar meus fornecedores a respeito de muitas mudas que morreram mesmo após darem flores, concluí que o principal fator pode ser o excesso de água após a muda já estar bem pega.


Recomenda-se que a muda adquirida esteja plantada EM TERRA e não apenas em substrato, pois este último não dá firmeza à raiz da planta quando ainda está ensacada.


Quando a muda é recém plantada ela realmente precisa de bastante água, porém com o passar do tempo não se pode manter o solo encharcado, por isso a drenagem é fundamental para o sucesso no plantio.


E isso se aplica à muda plantada em vasos ou no chão.


E para evitar comprar 'gato por lebre', certifiquem-se de que a muda é feita por enxertia ou por alporquia, pois mesmo as sementes do manacá-da-serra-anão podem gerar mudas do manacá que cresce normalmente.





Segue abaixo texto do jardineiro.net:



"O manacá-da-serra é uma árvore semi-decídua nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular. Seu porte é baixo a médio, atingindo de 6 a 12 m de altura e cerca de 25 cm de diâmetro de tronco. As folhas são lanceoladas, pilosas, verde-escuras e com nervuras longitudinais paralelas. As flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores. A floração ocorre no verão e a frutificação no outono.

O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão. Esta variedade, conhecida como 'Nana', alcança de 2 a 3 m de altura e é mais precoce, iniciando a floração com menos de meio metro. Com seu porte arbustivo, ela é apropriada para o uso isolado ou em grupos e renques. Sua floração ocorre no inverno, ao contrário da forma arbórea típica. Também pode ser conduzida em vasos.

O manacá deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente por pelo menos um ano após o plantio no local definitivo. Planta característica de clima tropical úmido, é tolerante ao clima ameno das regiões subtropicais. Multiplica-se por sementes, estacas e alporques. A variedade 'Nana' (manacá-da-serra-anão) só pode ser multiplicada por estaquia e alporquia, pois os descendentes oriundos de sementes, podem não apresentar as características típicas desta variedade e atingir o porte arbóreo."


Fotos: Paulo Heib

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