10 plantas venenosas que podem matar você


Por  em 4.07.2011 as 16:43

As plantas venenosas dessa lista são mortais, assassinas impiedosas: elas contêm algumas toxinas que não podemos nem pensar em chegar perto. Até sementes de maçã contêm vestígios de cianeto, mas, nesta lista, vamos conhecer algumas plantas que contêm tais doses elevadas de toxinas que podem matar humanos em questão de horas. Em alguns casos, animais têm uma tolerância muito maior ao veneno. É chocante reconhecer algumas das plantas que você cresceu por perto, sem saber que apenas uma mordida poderia ter lhe matado.
Muitas das vítimas dessas plantas são crianças, pois elas muitas vezes têm aparência de frutas um pouco apetitosas, e os pequenos são curiosos, além de terem uma tolerância ainda menor para o veneno. Se for pai ou mãe, preste atenção nos itens abaixo:
1 – ABUNDÂNCIA (AGERATINA ADENOPHORA)
Essa planta nativa da América do Norte é altamente venenosa. Suas flores são brancas e, após a floração, pequenas sementes sopram com o vento. Elas têm uma alta porcentagem da toxina tremetol, que não é conhecida por matar seres humanos diretamente, mas indiretamente. Quando a planta é comida pelo gado, a toxina é absorvida em seu leite e carne. Quando os seres humanos, então, comem essa carne ou bebem esse leite, a toxina entra no corpo e se torna a chamada “doença do leite”, altamente fatal. Milhares de colonos europeus morreram da doença na América no início do século 19.
2 – ERVA-DE-SÃO-CRISTÓVÃO (ACTAEA PACHYPODA)
Essa planta com flores nativa do leste e norte da América do Norte tem veneno no seu fruto marcante, de um 1 centímetro de diâmetro, que lembra muito um olho. Apesar de toda a planta ser declarada tóxica para consumo humano, a parte mais venenosa é a toxina concentrada no fruto que, infelizmente, foi responsável por tirar uma série de vidas de crianças, já que também têm um gosto doce. As bagas contêm uma toxina cancerígena, que tem um efeito sedativo quase imediato em músculos cardíacos humanos e pode facilmente causar uma morte rápida.
3 – TROMPETA DE ANJO (GÊNERO DATURA)







As plantas desse gênero são às vezes chamadas de lírio, pela semelhança. Também são chamadas de trompeta de anjo, nativas das regiões tropicais da América do Sul, por causa das flores pendentes em forma de trompete, cobertas de pelos finos, que pendem da árvore. As flores vêm em uma variedade de tamanhos (14 a 50 centímetros) e em uma variedade de cores, incluindo branco, amarelo, laranja e rosa. Todas as partes da planta contêm toxinas. A planta é, por vezes, transformada em chá e ingerida como uma droga alucinógena. Como os níveis de toxicidade variam de planta para planta, e de parte para parte, é quase impossível saber a quantidade de toxinas que você ingeriu. Como resultado disso, muitos usuários têm overdose e morrem.
4 – NUZ-VÔMICA (STRYCHNOS NUX-VOMICA)
A árvore Estricnina é nativa da Índia e sudeste asiático. As pequenas sementes dentro do fruto verde para laranja são altamente tóxicas, com alcalóides venenosos. 30 miligramas dessas toxinas são o suficiente para serem fatais a um adulto, e levará a uma morte dolorosa de convulsões violentas devido à estimulação simultânea de gânglios sensoriais da coluna vertebral.
5 – TEIXO (TAXUS BACCATA)





Essa árvore é nativa da Europa, norte da África e sudoeste asiático. Ela tem sementes dentro de sua baga vermelha. Essa é a única parte do fruto que não é venenosa e permite que as aves a comam e espalhem as sementes. É preciso uma dose de cerca de 50 gramas para ser fatal para um ser humano. Os sintomas incluem dificuldade respiratória, tremores musculares, convulsões, colapso e, finalmente, parada cardíaca. Em casos de intoxicação grave, a morte pode ser tão rápida que os outros sintomas não são sentidos.
6 – CICUTA (CICUTA MACULATA)
Cicuta é um grupo de plantas altamente venenosas nativas às regiões temperadas do hemisfério norte. As plantas têm pequenas flores brancas ou verdes, dispostas em forma de guarda-chuva. É considerada a planta mais venenosa da América do Norte: contém uma toxina que provoca convulsões. O veneno é encontrado em todas as partes da planta, mas é mais concentrado nas raízes, que por sua vez são mais potentes na primavera. Além das convulsões quase imediatas, outros sintomas incluem náuseas, vômitos, dores abdominais, tremores e confusão. A morte geralmente é causada por insuficiência respiratória ou fibrilação ventricular e pode ocorrer poucas horas após a ingestão.
7 – ERVA DE LOBO (ACONITUM LYCOCTONUM)



O nome lycoctonum se refere ao uso desta planta para matar lobos (luco = lobo e ctonos = matar). Curiosamente, também é mencionada na mitologia e folclore de lobisomem como tanto sendo capaz de repelir lobisomens/licantropos, quanto induzir o estado de lobo, independentemente da fase da lua. Essas plantas perenes são nativas de regiões montanhosas do hemisfério norte. Contêm grandes quantidades de um veneno que costumava ser usado pelo povo Ainu do Japão como veneno para a caça nas pontas de suas flechas. Em casos de ingestão, os sintomas incluem queimação nos membros e abdômen. Com grandes doses, a morte pode ocorrer dentro de 2 a 6 horas. 20 mililitros são suficientes para matar um humano adulto.
8 – ERVILHA DO ROSÁRIO OU JIQUIRITI (ABRUS PRECATORIUS)



A planta é nativa da Indonésia, mas cresce em muitas partes do mundo. É mais conhecida por suas sementes, que são usadas como miçangas, pelo seu vermelho brilhante com um único ponto preto (não muito diferente de uma viúva negra). O veneno contido na planta (abrina) é muito semelhante ao veneno ricina, encontrado em algumas outras plantas venenosas. Há uma diferença principal, entretanto: a abrina é cerca de 75 vezes mais forte que a ricina. Ou seja, a dose letal é muito menor e, em alguns casos, tão pouco como 3 microgramas pode matar um humano adulto. O uso de sementes como enfeite ainda representa uma enorme ameaça; pessoas já morreram só de furar os dedos na broca usada para perfurar os orifícios minúsculos nas sementes.
9 – BELADONA (ATROPA BELLADONNA)
Beladona é nativa da Europa, norte da África e Ásia ocidental. É também uma das plantas mais venenosas do mundo, pois contém toxinas que causam delírios e alucinações. Outros sintomas de envenenamento incluem perda da voz, boca seca, dores de cabeça, dificuldade respiratória e convulsões. Toda a planta é venenosa, mas as bagas costumam ser mais, além de serem doces e atraírem crianças. 10 a 20 bagas podem matar um adulto, mas só uma folha em que os venenos estão muito mais concentrados pode matar um homem adulto. Estranhamente, nossos ancestrais “muito inteligentes” da era elizabetana (1500) usavam beladona como parte de sua rotina diária de cosméticos. Eles usavam gotas feitas a partir da planta como colírio, para dilatar as pupilas, considerado atraente porque dava ao usuário um olhar sonhador. As mulheres também bebiam cianeto, ou “sangravam” a si mesmas para obter uma cor pálida e uma pele translúcida.
10 – MAMOMA (RICINUS COMMUNIS)

As mamonas são realmente assassinas; de fato, é a planta mais venenosa do mundo, segundo o livro dos recordes Guiness. A planta é nativa da bacia do Mediterrâneo, África oriental e Índia, mas é amplamente cultivada como planta ornamental. A toxina chamada ricina é encontrada em toda a planta, mas está concentrada nas sementes/grãos (da qual o óleo de mamona é feito). Uma semente é suficiente para matar um humano em dois dias, em uma morte agonizante e longa. Os primeiros sintomas vêm dentro de algumas horas e incluem sensação de queimação na garganta e na boca, dor abdominal e diarréia com sangue e vômito. O processo é imparável e a causa final da morte é desidratação. Estranhamente, os humanos são os mais sensíveis a essas sementes: leva 1 a 4 para matar um ser humano plenamente desenvolvido, 11 para matar um cão e 80 sementes para matar um pato.

Autocad é bom, mas a prancheta é mais gostosa! :D

Longe de buscar a perfeição, mas apenas tentando ressaltar a idéia através de formas e texturas.







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Fotos: Adriana Herz para o Blog Flores & Plantas
















Texto de Raquel Patro retirado do site Jardineiro.net
(http://www.jardineiro.net/plantas/flor-de-cera-hoya-carnosa.html)
A flor-de-cera é uma trepadeira perene, de textura semi-herbácea e ramagem pouco ramificada. Apresenta folhas opostas, coriáceas, carnosas e espessas, com pecíolo curto. Ocorrem ainda variedades de folhas retorcidas e de folhas variegadas de branco ou amarelo. As inflorescências são do tipo umbela, axilares, pendentes, como pequenos buquês carregados de flores cerosas, brancas a rosadas, em forma de estrela e delicadamente perfumadas. A floração ocorre na primavera.
Apesar do crescimento relativamente lento, esta trepadeira tem um florescimento recompensador. Ela não exige muito cuidados, bastando que se escolha um local úmido e com luz direta pela manhã ou à tarde, longe de correntes de ar. As adubações mensais ricas em potássio e fósforo restringem-se à época de floração. Pode ser plantada em canteiros bem preparados e até mesmo em vasos e jardineiras, tomando-se o cuidado de oferecer-lhe suporte, como treliças ou grades. Os ramos sem flores não devem ser podados pois florescerão no próximo ano.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou intensa iluminação difusa, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o sol direto nas horas mais quentes do dia, pois pode provocar queimaduras nas folhas e quedas dos botões. Moderadamente tolerante às baixas temperaturas, prefere uma faixa entre 15 a 25ºC. Em regiões de clima frio, pode ser cultivada em estufas ou no interior das residências em locais bem iluminados. Multiplica-se por estaquia ou alporquia.

Nota sobre direito autoral:

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Plantar no vaso ou plantar no chão? Eis a questão!!

Antes de falar propriamente do tema do post, vale a pena dar uma extendida em um aspecto importante que é a ausência de solo aparente. Parece que quem tem hoje algum espaço de terra livre em seu quintal é um verdadeiro felizardo, não é mesmo? Obviamente, quem mora em apartamentos apenas pode curtir o jardim do seu condomínio (isso quando há jardim!), e se quiser ter plantas dependerá de vasos, jardineiras e criatividade. Mas, e quem possui uma casa?


Pois é, quem reside em casas muitas vezes cimenta 100% do seu terreno e elimina qualquer espaço de solo aparente. Isso é uma pena. Não só pelo jardim que jazeu, mas também pela eliminação de área permeável. Sabia que há uma legislação que trata disso na cidade de São Paulo? É a Lei N.º 11.228, DE 25 DE JUNHO DE 1992, assinada pela Sra. Erundina. O Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo determina que os imóveis mantenham ao menos 15% de sua área permeável, livre de construções ou pavimentos, permitindo a absorção das águas pluviais. A Prefeitura ainda não teve a brilhante idéia de fazer essa fiscalização nos imóveis da cidade, pois se fizer isso achará uma bela fonte de recursos para os cofres públicos.


Voltando às nossas plantas... Plantar no vaso ou plantar no chão? Eis a questão!! Quem tem plantas em vasos quer que elas fiquem lindas e robustas, que cresçam viçosas e dêem muitas flores, que permaneçam com esse aspecto o ano todo. Claro que isso é possível, porém diferentemente das plantas no chão, as que estão em vasos têm muitas limitaçõs no que diz respeito a espaço para raízes e nutrição.


Quando trato com meus clientes, gosto de fazer comparação entre planta em vaso e um pássaro na gaiola. A planta no vaso, tal qual o pássaro preso, depende quase que 100% dos cuidados de seu dono. Rega, adubação, insolação, ventilação, tudo isso dependerá das suas ações. Basta um esquecimento e você perceberá sua planta sem água, ou que está há meses sem receber qualquer adubação.

Quem tem uma planta deve prestar atenção às suas necessidades, e assim poderá esperar bons resultados. O tempo que você dispende cuidando de sua planta será muito bem recompensado. E não adianta achar a planta do vizinho mais bonita se você não cuidar bem da sua!



SOBRE MIM: Realizo meus trabalhos de manutenção de jardim e vasos na cidade de São Paulo, preferencialmente na zona sul.

Caso queira uma consultoria, ou manutenção mensal, entre em contato comigo pelo telefone 11 9 9829-4076 ou pelo e-mail pauloheib@hotmail.com

Sou técnico Paisagista, formado pelo SENAC-SP, tenho 22 anos de experiência no trato de plantas. Apesar de ter o curso, continuo estudando e aprendendo.

Participação do BLOG Flores & Plantas no UOL - Manacá-de-cheiro


Perfume do passado: cultive o manacá-de-cheiro e atraia borboletas à varanda e ao jardim

Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
O manacá de cheiro era presença certa nos quintais das casas das vovós do início do século 20. Hoje não é tão fácil encontrar essa espécie nativa da Mata Atlântica em quintais, porque boa parte desses lotes cheios de pomares e flores deu lugar a apartamentos. “Vintage”, esses arbustos de flores brancas e roxas ou azuis podem ser cultivados em vasos.
“Porém, como seu perfume é bem forte, deve-se ter o cuidado de não plantá-lo próximo a dormitórios de crianças e de pessoas mais sensíveis”, explica o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas.
Além de disseminar seu odor característico, o manacá é conhecido por atrair borboletas, a “borboleta do manacá” (Methona themisto), que se desenvolve exclusivamente nas folhas dessa planta. Portanto não se assuste se “brotarem” lagartas, além de flores de sua arvorezinha. Elas não fazem mal a planta, portanto, evite destruí-las.
Senhoras e senhores, o manacá
O manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora) é um arbusto lenhoso da família dasSolanaceaes, da qual também fazem parte o tomate, a batata e o tabaco. Seus nomes populares mais comuns são: manacá-de-jardim, garetataca, mercúrio-vegetal e romeu-e-julieta.
Parecido com uma pequena árvore, detém copa que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e até 2 m de diâmetro. Seus ramos são densos e suas folhas ovaladas, lisas e verde escuras. “Se podado, o arbusto toma a forma de arvoreta”, explica Jadão. É uma planta de zonas tropical e subtropical, adaptada a climas quentes. Mas tem um melhor desenvolvimento em zonas onde há grandes diferenças de temperaturas (dias quentes e noites frias).
De acordo com o paisagista Paulo Cezar Heib, as flores do manacá nascem nas extremidades de seus ramos e passam do azul violeta ao branco, durante a floração, principalmente na primavera e verão. “A beleza e o perfume conferem à planta um grande valor ornamental”, avalia.
Cultivo
No mercado é possível encontrar desde pequenas mudas com cerca de 50 cm até plantas já formadas com quase 2 m de altura. A escolha do tamanho dependerá do projeto paisagístico e do espaço disponível.
O cultivo do manacá é feito através sementes, por estaquia ou - simplesmente – pelo transplante de mudas que surgem das raízes de um exemplar maior, o que torna o manacá-de-cheiro uma espécie entouceirada.
  • Arquivo Jardim Botânico de São Paulo/ Divulgação
    Menor que o "de cheiro", o manacá-da-serra tem menos perfume e flores mais violáceas
Para o bom desenvolvimento, o manacá precisa de muito sol. Versátil, a planta pode ter cultivo isolado ou em grupo, inclusive na forma de renques (as populares cercas-vivas). Quando em vasos, cuide para que os recipientes sejam profundos e com grande diâmetro para não sufocar as raízes e dar boa sustentação ao arbusto.
Para o plantio, a melhor época é o final do inverno ou início da primavera, em solo rico em matéria orgânica. O substrato farto geralmente é suficiente para suprir os nutrientes pedidos pelo manacá, mas isso não impede a adubação química (adubo com enxofre e potássio). Todavia, neste caso, é fundamental seguir a recomendação via embalagem quando do preparo da terra virgem. Depois dessa primeira adubação, repita o processo a cada três meses.
Manutenção
Para manter a boa hidratação e evitar apodrecimento, as regas em canteiros devem ser diárias durante o período de floração, regulares em época de poucas chuvas e moderada em períodos chuvosos, em todos os casos, porém, a terra deve ser regularmente drenada. No caso dos vasos, as regas devem ser sempre regulares (2 a 3 vezes semanais) e a terra que envolve a planta deve ser trocada a cada dois anos.
De acordo com Heib, o manacá-de-cheiro é uma planta que aceita muito bem as podas. O arbusto pode ser limpo após o outono, quando a planta se prepara para entrar em dormência. “Essa limpeza consiste na retirada dos galhos secos e folhas amarelas”, explica.
Pragas
Se encaradas como pragas, as lagartas amarelas e pretas são a ocorrência mais comum nesse arbusto lenhoso, pois depositam seus ovos nas folhas do manacá. Porém, as lagartas e borboletas não trazem dano à planta.
De outro modo, os fungos tendem atacar o manacá nos períodos mais úmidos do ano. Tais microrganismos podem ser eliminados sem grandes dificuldades com uso de fungicida, sob recomendação de um paisagista ou engenheiro agrônomo.
Além dos fungos, o arbusto também é suscetível à ação de cochonilhas e pulgões, mas esses insetos só devem ser combatidos com repelentes quando o manacá não estiver no período de floração.

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Roseira Topiada

Elegante e decorativa, a roseira também pode ser apresentada em versão topiada. Explico sobre topiaria nessa outra postagem aqui.

Com mais de 1,5m de altura e apresentada em diversas cores, essas plantas podem ser plantadas em vasos para decorar sacadas e coberturas. Seu efeito final é muito bonito e o sucesso é garantido.


Como qualquer roseira, as topiadas exigem bastante sol para que possam se manter bonitas e floridas.

Nessa outra postagem há maiores explicações sobre os cuidados com as roseiras.







Fotos de Adriana Herz



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