Por que viver no Morumbi?


 

Nas pesquisas que fazemos com nossos clientes aqui na construtora Exto, verificamos que um dos fatores mais importantes na decisão de compra é a localização.


Abordamos as vantagens de se morar perto de tudo, de contar com um bem abastecido centro de compras a poucas quadras do apartamento, entre outras coisas.

 

No fundo, as razões são as mesmas: evitar estresse, ganhar tempo e obter maior qualidade de vida.

 

Vamos aprofundar esse conceito ao falar de um bairro que reúne todos esses requisitos: o Morumbi.

 

O Morumbi é hoje, possivelmente, o endereço mais cobiçado por quem almeja viver na capital paulista.

 

As razões para isso? Além daquelas que já apontamos no início, vamos dar cinco motivos para você querer morar no Morumbi. Acompanhe:



 

1. É nobre, mas não inacessível

É o melhor custo-benefício hoje de São Paulo. O melhor valor em m² em função do que o bairro oferece.

Quando pensamos no Morumbi, logo o associamos aos moradores mais abastados da capital paulista. De fato, o bairro concentra algumas das maiores rendas per captas do país.

 

Apesar de ser reconhecidamente lar de gente rica, o Morumbi não é um olimpo — daqueles com os quais simples mortais sequer podem sonhar. Na verdade, o bairro oferece excelente custo-benefício, quando comparamos com a média praticada em outros endereços nobres, como o Brooklin e a Chácara Santo Antônio.

 

E isso não significa que o potencial de valorização de um imóvel no Morumbi fique prejudicado — muito pelo contrário. Trata-se de um investimento com retorno garantido, considerando o quanto se investe, tanto por parte da iniciativa privada quanto de capital público, em melhorias e infraestrutura de serviços no elegante bairro.

Parque Burle Marx



2. Oferece opções de lazer ao ar livre

O Morumbi está longe de ser uma selva de pedra. Ao contrário, o bairro ainda preserva muitas áreas verdes e ruas arborizadas — o que é uma excelente notícia para quem cultiva um estilo de vida mais próximo da natureza e uma razão, em si, para escolher morar nessa região.

 

Existe uma oferta generosa de parques e praças, resultado da preocupação do engenheiro Oscar Americano, que adquiriu a Fazenda Morumbi em fins da década de 1940 e a loteou, dando origem ao bairro.

 

Americano plantou um exemplar de cada espécie da flora brasileira em sua propriedade, proporcionando uma cobertura vegetal que, embora tenha se reduzido com a expansão imobiliária do distrito, ainda faz do Morumbi um excelente destino para passeios ao ar livre.

 

Entre as opções, pode-se destacar o Parque Burle Marx. Criado pelo famoso paisagista Roberto Burle Marx, possui área de 138 mil m² e oferece um lazer contemplativo, com trilhas para caminhadas pela Mata Atlântica e área de piqueniques. Não são permitidas atividades esportivas ou passeios de bicicleta em seu interior.

 

Quem prefere se exercitar em meio ao verde pode escolher o Parque Alfredo Volpi. Seus 140 mil m² possui playground, lagos e aparelhos de ginástica.

 

Na mesma linha, pode-se apreciar um passeio até a Praça Vinícius de Moraes, com 1.500 metros e uma infraestrutura que inclui mesas de piquenique, aparelhos de ginástica e uma área de concreto ideal para a molecada passear de bicicleta.

 

Falando em bicicleta, o Morumbi é abastecido pela ciclovia do Rio Pinheiros, com 21 km de extensão. Para quem curte o esporte ou prefere uma bike ao automóvel, essa ciclofaixa é uma excelente alternativa.

Hotel Tangará - o único 6 estrelas da América Latina



 3. Quem procura cultura e arte também não fica na mão

O bairro paulistano do Morumbi, como não poderia deixar de ser, tem opções sob medida para os amantes da cultura e da arte. E essas opções vão de acervos de arte, monumentos arquitetônicos a cantinhos badalados para encontrar os amigos e aproveitar a vida.

 

Entre os ícones dessa primeira categoria, podemos citar o Palácio dos Bandeirantes. A sede do governo paulista abriga obras de Candido Portinari e Djanira Motta e Silva, entre outros artistas de renome. O palácio-museu abre semanalmente para visita pública e tem entrada gratuita.

 

Os fãs de arquitetura podem apreciar, pertinho do Parque Alfredo Volpi, a modernista Casa de Vidro. Projetada pela arquiteta Lina Bo Bardi, a construção parece flutuar em meio a um jardim de 7 mil metros.

 

Outra atração arquitetônica tem conquistado o coração de quem mora no bairro. Construída em 2008, a Ponte Octavio Frias de Oliveira — ou, simplesmente, Ponte Estaiada — tem 138 metros de altura e é suspensa por 144 cabos de aço. Uma visão imponente e uma importante via de acesso ao Morumbi.

 

Também não se pode deixar de destacar o mais popular monumento do distrito: o estádio do Morumbi. Casa do São Paulo Futebol Clube, o Cícero Pompeu de Toledo (seu nome oficial) foi inaugurado em 1960 (não sendo, portanto, tão moderno quanto as arenas construídas nos últimos anos pelos times rivais) é palco não somente de clássicos do futebol brasileiro, como de shows das maiores estrelas da música mundial.

 

Shopping Morumbi Town em Vila Andrade

4. Possui grande oferta gastronômica e de compras

Morar no Morumbi também é garantia de contar com farta opção gastronômica. De botecos badalados a restaurantes sofisticados, passando por padarias com refeições super em conta, tem de tudo no bairro-jardim.

 

Além disso, o distrito oferece alentada infraestrutura de compras, com os inevitáveis shoppings centers e sua consequente oferta de cinemas, divertimentos para a família, praças de alimentação e lojas com artigos de marcas famosas.

 

Some-se a isso outros equipamentos importantes, como hospitais, teatros, os já mencionados parques e museus, e temos um bairro que dá vontade de morar.

 

Diversas avenidas: Morumbi, Giovani Gronchi,
Marginal Pinheiros, Hebe Camargo, entre outras


5. Dispõe de boas vias de acesso e transporte público

A localização do bairro é bastante privilegiada, com vias de acesso como a Marginal Pinheiros e as avenidas Morumbi, Giovanni Gronchi, Chucri Zaidan e Hebe Camargo.

 

O distrito também está servido de transporte público, com diversas linhas de ônibus e duas estações de trem. Para quem, no dia a dia, gosta de deixar o carro bem acomodado na garagem, dispor de uma malha férrea e ônibus (sem falar a já mencionada ciclovia do Rio Pinheiros) é uma importante comodidade.

 

De quebra, o bairro está a apenas 10 quilômetros do Aeroporto de Congonhas (Cumbica fica a 46 km dali). Outros endereços interessantes também ficam perto: a Praça da Sé, por exemplo, está distante 16 km, enquanto a Avenida Paulista, o pulsante coração empresarial da cidade, fica a 9 km de distância.

 

Um bairro com lazer e serviços para a família

De fato, não faltam motivos para querer morar no Morumbi. Se você ficou convencido disso e está em busca de boas oportunidades no bairro, não deixe de conferir conosco as possibilidades. Uma delas, temos certeza, foi feita sob medida para o seu sonho.

Prontos para morar no Morumbi

 

Eu me chamo Ademar e sou especialista em imóveis na Construtora Exto
Clique aqui e fale comigo por Whatsapp

CRECI 211.113-F

Lançamento em Vila Andrade: MONDO MORUMBI



 Após 4 anos sem novidades na região do Morumbi, a construtora Exto volta com grande estilo com o projeto MONDO MORUMBI.

                              

Os apartamentos 'tipo' serão de 65m² e 82m², com 1 ou 2 vagas de garagem escolhidas no ato da compra.

Como novidades, teremos infraestrutura de ar condicionado e de churrasqueira a gás para todos os apartamentos.

Todas as unidades terão um depósito de 2m² no subsolo.

Temos ainda 100m² e 81m², apartamentos com as varandas ampliadas.

E coberturas de 181m².

Gostou do MONDO? Clique aqui para conhecer esse belo projeto: MONDO MORUMBI















Corretor ADEMAR
11 97622-1200
CRECI 211.113-F

Eu quero ter plantas em casa. Como escolher meu apartamento ?

Eu quero ter plantas ornamentais em casa. Como escolher meu apartamento ?

autor: Paulo Cezar Heib (corretor de imóveis ADEMAR) - 24/07/2021



Quem gosta de plantas sempre achará um cantinho em casa para colocar um vaso.

Mas e quando você mora em um apartamento pequeno que mal comporta seu sofá e uma mesa na sala de jantar? Como fazer para escolher o local onde colocar uma planta? E qual planta escolher para esse local?

O primeiro passo é sempre determinar o limite das dimensões do vaso/planta para o espaço disponível. A escolha vai se basear na largura e altura do vaso, bem como da planta e principalmente para o espaço que a planta precisa para sua formação, sem que sua presença interfira por exemplo na circulação se for um corredor ou na vista da TV ou em uma reunião familiar na sala de jantar. Ou então um espaço no alto da parede para pendurar uma planta pendente.

Mas seria apenas isso? E esse é o fator mais importante?

Com certeza, não!


Definitivamente, o fator mais importante para a escolha de uma planta é a insolação dos ambientes. O fator LUZ é o que determina os tipos de planta a serem escolhidos. 

E como fazer para saber a insolação de um ambiente?
A resposta está em observar a posição geográfica do apartamento.





O nascer do sol ocorre ao Leste e o pôr-do-sol  ocorre a Oeste, e aqui no hemisfério sul do planeta, transcorre um arco que abrange a direção norte.

Nota-se por essa descrição que a face de um imóvel menos favorecida pelo sol é justamente a face sul.


Portanto se você quer colocar plantas em uma varanda, por exemplo, precisa saber situar bem a posição geográfica desse ambiente para fazer a melhor escolha para ter uma planta adequada ao espaço que você dispõe.


Se é uma varanda face NORTE, você terá sol abundante em grande parte do dia e então pode pensar em jardineira com hortaliças, bonsais em geral, plantas suculentas e cactos, arvoretas como ficus e yuccas e até árvores frutíferas como jabuticabeiras, pés de romã, limoeiros, etc.


Se a face de sua varanda for face LESTE (sol da manhã) ou face OESTE (sol da tarde), as mesmas plantas citadas acima se adequam, porém tenha atenção pois o período de insolação será muito reduzido e elas podem não se desenvolver a contento. Além das citadas, você pode pensar em plantas de meio-sol, como palmeiras ráfia e areca, dracenas, pleomeles, etc., que terão melhor desempenho.

Se a face de sua varanda for SUL (sol nenhum), você terá de optar por plantas de meia-sombra, como samambaias, lírios da paz, jibóias e filodendros em geral, dracenas, renda portuguesa, etc.

Lembrando que no verão o tempo de luminosidade aumenta e o sol passa mais alto (a pino), enquanto que no inverno o tempo de sol diminui bastante e o sol transcorre mais próximo ao horizonte, portanto incide de modo inclinado.


E como escolher um apartamento se você ama plantas ornamentais em sua casa?
Eu aconselho sempre optar pela face NORTE, pois você poderá ter plantas de meia sombra dentro de casa e plantas de pleno sol em sua varanda.




Gostou do texto? Gostou das dicas?
Somos especialistas em paisagismo e também em imóveis.

Entre em contato pelo nosso whatsapp CLICANDO AQUI:


Ademar - corretor de imóveis e também paisagista
11 97622-1200 

CRECI 211.113-F

Participação do Blog Flores & Plantas no UOL: Chás populares: saiba mais sobre as plantas e veja dicas de cultivo

Chás populares: saiba mais sobre as plantas e veja dicas de cultivo
3

Simone Sayegh
Do UOL, em São paulo
  • Getty Images
    Ervas recém-colhidas dão mais sabor ao chá. A hortelã gosta de sol e de um vasinho exclusivo
    Ervas recém-colhidas dão mais sabor ao chá. A hortelã gosta de sol e de um vasinho exclusivo
O café é uma das bebidas mais consumidas no Brasil: em 2012, segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Acib), o consumo per capita foi de 4,98 kg de café torrado, o equivalente a quase 83 litros da bebida. Mas é o chá que figura como personagem principal, sempre que a sugestão é uma receitinha para curar os males do corpo ou da alma. Afinal, quem nunca tomou chá de camomila para se acalmar?
O que pouca gente sabe é que podemos cultivar chás em casa e ter ao alcance da mão uma bebida mais "fresca" e saudável. Segundo o paisagista Paulo Cezar Heib, não é preciso viver em um rancho –nem em uma casa com quintal- para ter ervas recém-colhidas à disposição. "É só usar a criatividade e possuir um cantinho onde bata sol, pelo menos, durante a metade do dia", explica.
A paisagista Heloiza Rodrigues concorda que o cultivo é simples e reforça a necessidade de sol pleno, já que sem a luz direta as plantas ficam estioladas (descoradas e com tecidos amolecidos), fracas e suscetíveis às pragas. "Escolher um local com pelo menos quatro horas de exposição ao sol direto já é um bom começo", sugere Rodrigues. Ou seja, se bate sol em sua casa ou no trabalho, mesmo que na urbana Avenida Paulista, você pode tomar um chá feito com a hortelã que você mesmo plantou e está ali, junto à janela ou na varanda.
Ampliar

Quer chá? Cultive hortelã, erva-doce, camomila e erva-cidreira em casa4 fotos

1 / 4
Erva-doce (Foeniculum vulgare): é uma planta perene, de médio porte e muito ornamental. Forma arbustos de cerca de 80 cm, mas chega a atingir dois metros de altura. Pode ser cultivada em regiões onde o clima é ameno, ao nível do mar, mas suas propriedades aromáticas e medicinais se intensificam onde as temperaturas são mais elevadas. Não suporta longos períodos de frio intenso e umidade. Há algumas variedades cultivadas como o "funcho-de-cabeça" (Foeniculum vulgare var. azoricum) utilizado para saladas e o anis (Pimpinella anisum), também chamado de erva-doce, com características semelhantes, embora seu cultivo seja menos frequente no Brasil.Essa herbácea prefere solos arenosos, sendo tolerante a secas uma vez que esteja plenamente estabelecida. Deve ser cultivada a pleno sol, sendo inadequada para ambientes sombreados. Tolera ventos, mas não aprecia a salinidade. No período de florescimento atrai grande variedade de insetos benéficos ao jardim. Sua multiplicação é feita a partir de sementes, embora seja mais conveniente plantar mudas já formadas.Em vasos, com cerca de 40 cm de diâmetro e ao menos 30 cm de profundidade, é aconselhável cultivá-la isoladamente Getty Images
Onde plantar?
Para começar sua hortinha, basta ter em mãos um recipiente com boa profundidade, evitando – porém - os plásticos, pois o material propaga o calor, especialmente no verão, o que pode prejudicar as raízes das plantas (para amenizar os danos, caso não haja alternativa, procure plásticos reciclados).
O tamanho do vaso vai depender da erva que você irá cultivar. De acordo com Heib, as ervas rasteiras (como a hortelã, o poejo e a erva-cidreira) ficam melhor acondicionadas em jardineiras com pelo menos 15 cm de profundidade e, de preferência, plantadas individualmente, para evitar conflitos com outras espécies. "Eu nunca as cultivo em canteiros, porque algumas variedades são invasivas e proliferam em demasia sob a terra, a exemplo da hortelã. Uma vez incorporadas à horta, é necessário fiscalizá-la para manter o controle [do crescimento das raízes, que podem sufocar outras plantinhas]", esclarece.
Se forem ervas "eretas" -como erva-doce e camomila– a indicação é o plantio em pequenos vasos ou potes (sempre furados no fundo), com cerca de 25 cm de profundidade. "Entre as eretas, as arbustivas (como o boldo) exigem espaços maiores, devido ao tamanho final da planta, e podem ser cultivadas em canteiros sem problemas", pontua Heib.
Ampliar

Passo a passo: plante uma horta de chás em vaso17 fotos

1 / 17
Os chás feitos com ervas frescas são muito mais gostosos, além de lhe proporcionar bem estar e trazer boas energias para sua casa. Confira a sugestão elaborada pelas paisagistas Isabel Cristina e Mon Liu Kátia Kuwabara
Regas e podas
Como essas herbáceas precisam de muito sol, também demandam muita água. Todavia, na hora das regas, vale a regra geral: quando a terra está molhada e gruda na ponta dos dedos é hora de parar. Quando o substrato está fofo, como um talco, é hora de aguar. "Muitas pessoas têm mania de molhar excessivamente as plantas de casa, principalmente em vasos, e acabam matando as espécies por excesso de água", alerta Rodrigues.
A paisagista afirma ainda que ervas cultivadas em casa devem ser produzidas de forma orgânica, adubadas com esterco de aves ou húmus de minhoca, evitando-se os produtos químicos. "A cada seis meses recomendo fazer uma nova adubação orgânica, incorporando o adubo à terra do vaso". Heib reforça que, se a adubação química não for bem dosada pode prejudicar a planta, ao ponto de matá-la. "Esse tipo é mais rápido, porém é necessário sempre seguir as orientações contidas no rótulo do produto", ressalta.
A poda em tais herbáceas acaba realizada quando são retirados galhos e folhas para o preparo dos chás, sendo necessários a atenção e o cuidado nessa colheita, para que a plantinha se mantenha sadia e longeva. Já as podas de limpeza são indicadas sempre que existirem folhas secas.  Plantas maiores, como o boldo, também podem ser podadas quando passarem do limite de tamanho desejado.
"Atenção, porém, à erva-cidreira, pois plantas com folhas compridas como as dela não podem ser podadas [em sua extensão], suas folhas secas devem ser cortadas bem junto à base e nunca no meio", alerta Rodrigues. Este corte no meio das folhas faz com que o local fique oxidado (marrom), como uma ferida aberta à contaminação de patógenos (agentes que desencadeiam doenças).
Por fim, as mudas das ervas citadas são facilmente encontradas em floriculturas e até em supermercados. Uma vez plantadas e bem cuidadas, duram por muitos anos."Para quem não tem pressa e quer vê-las crescer, há sementes disponíveis em mercados e lojas de jardinagem", conclui Heib.

Ervas medicinais: o chá da vovó

Ervas medicinais: o chá da vovó

É sempre bom termos à mão uma erva fresca na hora em que precisamos fazer um chazinho, seja por puro prazer ou por algum probleminha ou disfunção na nossa saúde. Se as pessoas soubessem como é fácil manter as tradicionais ervinhas em casa...

A vida moderna oferece tantas fórmulas farmacêuticas que acabamos esquecendo o famoso "chazinho da vovó", ou então acabamos apelando para aqueles sachês industrializados. Porém, quem se aventura a ter as plantinhas em casa tem dois prazeres: o cultivo (que é simples) e a degustação de uma excelente bebida feita de forma saudável.

Para tê-las em casa você não precisa viver em um rancho, basta usar a criatividade e um cantinho onde bata sol pelo menos metade do dia, ou de manhã ou de tarde (ou o dia todo, claro). Mesmo morando em um apartamento na Av. Paulista você pode tomar o chá de hortelã de seu próprio cultivo.

O material do recipiente a ser utilizado pode ser plástico reciclado, cimento, amianto, cerâmica, enfim, qualquer material, pois isso em nada interferirá no desenvolvimento da erva. Escolha o apropriado ao espaço que você tem em sua casa. Se optar por colocar jardineiras em suportes na parede, escolha o material mais leve para evitar acidentes.

O tamanho do recipiente para as plantas se desenvolverem sempre dependerá de cada planta, ou seja, de que forma ela cresce. Há ervas rasteiras (como a hortelã, poejo, erva-cidreira, novalgina) e há ervas eretas (como o capim-limão, manjericão, alecrim, erva-doce, camomila, boldo, louro). 

As rasteiras ficam melhor acondicionadas em jardineiras com profundidade de pelo menos 15cm e de preferência plantadas individualmente, para evitar conflitos com outras espécies. Por essa razão eu nunca as planto em canteiros, pois algumas tendem a ser invasivas e a proliferarem sob a terra, como a hortelã e a novalgina. Uma vez plantadas na horta, é necessário sempre fiscalizá-las para manter o controle!

As eretas podem ser plantadas em pequenos vasos ou potes (sempre furados no fundo), com profundidade de pelo menos 15cm. Em geral suas raízes fasciculadas não requerem muito espaço para se desenvolver (com exceção de arbustos como o boldo ou o louro, que exigem espaços maiores devido ao tamanho final da planta). Estas podem ser plantadas em canteiros sem problemas.

Basicamente, todas elas precisam de sol, sol, muito sol. E, consequentemente, muita água (com exceção de ervas de origem Mediterrânea, como o alecrim, por exemplo, que devem ser regadas moderadamente).

Adubação é sempre necessária. Adubos orgânicos são sempre mais recomendados por não se correr o risco de causar "excesso", ao contrário da adubação química que se não for dosada corretamente pode prejudicar a planta, queimando-a ou mesmo a matando. Se você já tiver experiência com essa última, o efeito na planta é mais rápido. Porém, é necessário sempre seguir as orientações do rótulo do produto!

A poda nessas herbáceas acaba sendo realizada quando retiramos seus galhos e folhas para o uso, então sempre devemos estar atentos a qual parte da planta utilizaremos, a fim de manter a planta sadia e aumentar a sua durabilidade. Plantas com desenvolvimento muito rápido devem sim ser podadas, como o boldo ou a erva-doce, para contenção de seu tamanho.

Para quem quer usar de imediato as ervas, recomendo que se adquira mudas já formadas. Para quem não tem pressa e quer vê-las crescer, há sementes disponíveis nos mercados e gardens.

Aqui também é possível adquiri-las, através do e-mail pauloheib@hotmail.com



Texto: Paulo Heib

Participação do BLOG Flores & Plantas na revista Paisagismo & Jardinagem 118 - Adubos Orgânicos

Adubos orgânicos

Conheça alguns adubos orgânicos e saiba por que são indicados pelos especialistas

1 / 5
Foto: Hamilton Penna | Conheça alguns tipos de adubos orgânicos
Conheça alguns tipos de adubos orgânicos
Mostrando imagem 1 de 5

























O vigor e a saúde das plantas estão diretamente relacionados ao equilíbrio nutricional obtido por meio da adubação. Os especialistas concordam ao afirmar que compostos orgânicos - produzidos a partir de resíduos animais e vegetais - são sempre a melhor opção, tendo em vista os baixíssimos riscos de contaminação do terreno e de intoxicação da vegetação e de quem realiza a aplicação.

Leonardo Amaral Ferreira, engenheiro agrônomo e assistente de plantio na Alex Hanazaki Paisagismo, de São Paulo, SP, adiciona à lista de vantagens dos adubos orgânicos os fatores positivos associados ao solo, como o aumento significativo da quantidade de micro-organismos benéficos; a maior disponibilidade e facilidade de absorção de nutrientes; a diminuição de temperatura, pois eleva a capacidade da terra de armazenar água; a melhora na estrutura; o avanço no desenvolvimento das raízes; e a menor incidência de erosão.

Segundo Paulo Cezar Heib, paisagista que mantém o blog Flores e Plantas, da capital paulista, os mais comuns são os estercos (bovino ou de galinha), torta de mamona (que está sendo substituída pela torta de algodão), farinha de osso, húmus de minhoca e os derivados da compostagem, que é um processo de decomposição que inclui partes vegetais, restos de alimentos e papel.

Para Ferreira, o adubo orgânico mais completo é o húmus, originário da decomposição de detritos orgânicos, como resíduos de animais (farinhas de osso e de peixe, esterco, urina e resquícios de animais mortos), vegetais (palha, folhas secas e materiais de poda), urbanos (lodo de esgoto, restos de comida e cascas de fruta) e da agroindústria (vinhaça oriunda da produção de etanol e torta de filtro das usinas de cana-de-açúcar). 
Embora existam alguns adubos orgânicos em formato líquido porque passaram pelo processo de industrialização, são comumente encontrados em pó ou farelado, muitas vezes com um aspecto semelhante à terra. O tamanho das embalagens varia entre 1 e 30 kg.

Heib diz que o ideal é preparar o solo antes do plantio acrescentando os adubos orgânicos e deixar descansar por pelo menos sete dias. Se a planta já estiver no canteiro, a recomendação é revolver a terra no entorno para incorporar o composto orgânico. Após esse procedimento, a rega é fundamental, pois a água é responsável por levar os nutrientes até a raiz. Já a aplicação das versões líquidas deve seguir a dosagem e as indicações do fabricante. 

O composto orgânico age lentamente e perdura por um longo período na terra, enquanto o químico tem ação imediata, porém deve ser aplicado em intervalos menores porque se esvai rapidamente. O paisagista orienta empregá-lo a cada 30 dias, não menos que isso. "Nas embalagens há um descritivo com a quantidade para ser usada por metro quadrado ou por tamanho de vaso."

O engenheiro agrônomo alerta que as plantas podem apresentar alguma toxicidade se o produto orgânico ainda não tiver sido totalmente decomposto. "Por isso, fala-se muito em esterco de curral curtido, o qual já se transformou em húmus, porque o fresco pode ser altamente tóxico", finaliza.

Hortas urbanas produzem de couve a feijão a poucos metros do asfalto


29/05/2013 - 04h00

Hortas urbanas produzem de couve a feijão a poucos metros do asfalto

PUBLICIDADE
 
GUSTAVO SIMON
DE SÃO PAULO
THIAGO MATTOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Seu Inácio Neres, 68, sai de casa, atravessa a rua e abre o portão baixo, improvisado com uma tela. No chão argiloso, cortado por dez canteiros cobertos por terra fofa, ele ergue o tecido que os protege e passa a meia hora seguinte regando mudas de alface, couve, coentro, pimenta...
Avener Prado/Folhapress
Uma das hortas urbanas comunitárias de São Paulo, na Vila Pompeia.
Pés de alface crescem na horta da Vila Pompeia, na zona oeste
A cena parece descrever o cotidiano de uma cidade do interior, mas acontece toda manhã na Vila Nova Esperança, no limite de São Paulo com Taboão da Serra. E não é de todo estranha à metrópole.
Seu Inácio tem a companhia de gente que faz o mesmo na Pompeia, na Vila Beatriz, na Vila Industrial e até na avenida Paulista com a rua da Consolação.
Muitas regiões da cidade viram, nos últimos meses, moradores saírem de casa e tomarem para si praças e terrenos ociosos (alguns abandonados, outros da prefeitura) erguendo hortas comunitárias, nas quais qualquer um pode pôr a mão na terra.
É só chegar e ajudar a plantar. Ou colher e levar para casa -gratuitamente, sem preços inflacionados (como o caso recente do tomate).
De setembro do ano passado até hoje, seis espaços assim foram criados -quatro neste ano. Mais quatro devem ser inaugurados nos próximos meses: no Butantã, em Brasilândia, na Faculdade de Medicina da USP (em Pinheiros) e no Centro Cultural São Paulo (na Liberdade).
Karime Xavier/Folhapress
Plaquinhas na Horta das corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo.
Plaquinhas na horta das Corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo
HORTAS ABERTAS
Perto do encontro da avenida Paulista com a rua da Consolação, um canteiro de 30 m2quase não chama a atenção de quem circula por ali. Mas quem se detém e observa melhor percebe que o pequeno verde no meio do concreto guarda pés de alface, manjericão e até café.
A chamada praça do Ciclista, ponto de encontro de cicloativistas, passou a receber o cultivo de hortaliças em outubro passado. A rega é feita todas as tardes por seis voluntários, que se revezam na manutenção da horta, sem cercas protetoras, rodeada por vias entre as mais movimentadas da cidade.
Ainda assim, plantas sem viço -e uma sujeira aqui e ali- podem dar a impressão de certo ar de abandono.
Na horta do BNH, na Vila Madalena, as plantas são espalhadas por pontos dispersos na praça. A ausência de cercas permite que cachorros transitem por ali, livremente. O mesmo se observa na horta da Nascente, na Pompeia.
Além de receber ajuda em mutirões semanais, os voluntários fazem parte de um grupo que cuida de outras hortas comunitárias na cidade, os Hortelões Urbanos.
O grupo se formou pouco antes da criação da horta das Corujas, que ocupa 800 m2 da praça Dolores Ibarruri, na Vila Beatriz. Isolado do conglomerado urbano por árvores, o espaço é o mais bem organizado desse movimento.
Seus organizadores estão entre os poucos que estabeleceram um acordo, ainda que informal, com a subprefeitura e mantêm diálogo aberto com o poder público.
As demais hortas visitadas pela reportagem ainda não haviam estabelecido acordos com a prefeitura.
Antes de começar a plantar, os voluntários da horta das Corujas bancaram análises do solo e da água. E um documento define diretrizes para a manutenção.
Os canteiros foram protegidos por uma cerca baixa, para evitar a circulação de animais -mas sem cadeado, para que os interessados circulem livremente.
Karime Xavier/Folhapress
Horta das corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo.
A voluntária Claudia Visoni cuida da horta das Corujas
Uma placa informa regras como a proibição do cultivo de árvores frutíferas (propícias para a formação de arbustos) e as datas de mutirões.
O que é cultivado ali vai para a mesa de muita gente do bairro. "Nunca tinha comido um feijão que eu tinha plantado. Sentei para debulhar com a minha filha e foi muito gostoso", conta a jornalista Claudia Visoni, 47, uma das envolvidas na iniciativa.
A colheita não tem regras definidas, mas o dia a dia desses espaços leva a sério a ideia de comunitário.
Ainda que utensílios, mudas e adubo cheguem às vezes por meio de doações, são os próprios voluntários que se mobilizam para conseguir os materiais.
Além de produzir alimentos, essas hortas podem ter outros usos. Na da Vila Anglo, na Pompeia, os organizadores promovem oficinas de educação ambiental com crianças do bairro.
A COLHEITA É LIVRE
Em geral, a colheita nas hortas comunitárias de São Paulo é livre. Qualquer pessoa que encontrar algo maduro pode pegar, independentemente de ter colaborado com o cultivo, e sem restrições de quantidade.
Na maior parte das vezes, também não há data específica para a colheita. Nem mesmo os mutirões se concentram nessa etapa -priorizam a manutenção do espaço.
Em outros casos, porém, uma pessoa fica encarregada de recolher a safra e dividi-la.
Na horta da Vila Nova Esperança, a líder comunitária Lia de Souza distribui as hortaliças entre as famílias interessadas. O mesmo acontece no espaço da Vila Industrial, onde os responsáveis centralizam a distribuição.
Editoria de Arte/Folhapress

Aviso aos navegantes

Caros visitantes: Só conseguimos enxergar nos outros aquilo que já temos dentro de nós.




Aqui tem Jardinagem e Paisagismo

Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, SP, Brazil
Localizado na cidade de São Paulo. Paisagista, jardinista, desenhista, profissional de marketing e eterno estudante de tudo que eu gosto.