Alguns Bonsais




Eis as fotos que fiz na última semana, esses eram os "mais mais" que conseguia naquele dia. Veja o que acha deles.

Se você tiver alguma espécie específica que está procurando, entre em contato.



pauloheib@hotmail.com



Paulo Cezar Heib - Técnico Paisagista
11 9 9829-4076 vivo





Participação do Blog Flores & Plantas no UOL: Chás populares: saiba mais sobre as plantas e veja dicas de cultivo

Chás populares: saiba mais sobre as plantas e veja dicas de cultivo
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Simone Sayegh
Do UOL, em São paulo
  • Getty Images
    Ervas recém-colhidas dão mais sabor ao chá. A hortelã gosta de sol e de um vasinho exclusivo
    Ervas recém-colhidas dão mais sabor ao chá. A hortelã gosta de sol e de um vasinho exclusivo
O café é uma das bebidas mais consumidas no Brasil: em 2012, segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Acib), o consumo per capita foi de 4,98 kg de café torrado, o equivalente a quase 83 litros da bebida. Mas é o chá que figura como personagem principal, sempre que a sugestão é uma receitinha para curar os males do corpo ou da alma. Afinal, quem nunca tomou chá de camomila para se acalmar?
O que pouca gente sabe é que podemos cultivar chás em casa e ter ao alcance da mão uma bebida mais "fresca" e saudável. Segundo o paisagista Paulo Cezar Heib, não é preciso viver em um rancho –nem em uma casa com quintal- para ter ervas recém-colhidas à disposição. "É só usar a criatividade e possuir um cantinho onde bata sol, pelo menos, durante a metade do dia", explica.
A paisagista Heloiza Rodrigues concorda que o cultivo é simples e reforça a necessidade de sol pleno, já que sem a luz direta as plantas ficam estioladas (descoradas e com tecidos amolecidos), fracas e suscetíveis às pragas. "Escolher um local com pelo menos quatro horas de exposição ao sol direto já é um bom começo", sugere Rodrigues. Ou seja, se bate sol em sua casa ou no trabalho, mesmo que na urbana Avenida Paulista, você pode tomar um chá feito com a hortelã que você mesmo plantou e está ali, junto à janela ou na varanda.
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Quer chá? Cultive hortelã, erva-doce, camomila e erva-cidreira em casa4 fotos

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Erva-doce (Foeniculum vulgare): é uma planta perene, de médio porte e muito ornamental. Forma arbustos de cerca de 80 cm, mas chega a atingir dois metros de altura. Pode ser cultivada em regiões onde o clima é ameno, ao nível do mar, mas suas propriedades aromáticas e medicinais se intensificam onde as temperaturas são mais elevadas. Não suporta longos períodos de frio intenso e umidade. Há algumas variedades cultivadas como o "funcho-de-cabeça" (Foeniculum vulgare var. azoricum) utilizado para saladas e o anis (Pimpinella anisum), também chamado de erva-doce, com características semelhantes, embora seu cultivo seja menos frequente no Brasil.Essa herbácea prefere solos arenosos, sendo tolerante a secas uma vez que esteja plenamente estabelecida. Deve ser cultivada a pleno sol, sendo inadequada para ambientes sombreados. Tolera ventos, mas não aprecia a salinidade. No período de florescimento atrai grande variedade de insetos benéficos ao jardim. Sua multiplicação é feita a partir de sementes, embora seja mais conveniente plantar mudas já formadas.Em vasos, com cerca de 40 cm de diâmetro e ao menos 30 cm de profundidade, é aconselhável cultivá-la isoladamente Getty Images
Onde plantar?
Para começar sua hortinha, basta ter em mãos um recipiente com boa profundidade, evitando – porém - os plásticos, pois o material propaga o calor, especialmente no verão, o que pode prejudicar as raízes das plantas (para amenizar os danos, caso não haja alternativa, procure plásticos reciclados).
O tamanho do vaso vai depender da erva que você irá cultivar. De acordo com Heib, as ervas rasteiras (como a hortelã, o poejo e a erva-cidreira) ficam melhor acondicionadas em jardineiras com pelo menos 15 cm de profundidade e, de preferência, plantadas individualmente, para evitar conflitos com outras espécies. "Eu nunca as cultivo em canteiros, porque algumas variedades são invasivas e proliferam em demasia sob a terra, a exemplo da hortelã. Uma vez incorporadas à horta, é necessário fiscalizá-la para manter o controle [do crescimento das raízes, que podem sufocar outras plantinhas]", esclarece.
Se forem ervas "eretas" -como erva-doce e camomila– a indicação é o plantio em pequenos vasos ou potes (sempre furados no fundo), com cerca de 25 cm de profundidade. "Entre as eretas, as arbustivas (como o boldo) exigem espaços maiores, devido ao tamanho final da planta, e podem ser cultivadas em canteiros sem problemas", pontua Heib.
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Passo a passo: plante uma horta de chás em vaso17 fotos

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Os chás feitos com ervas frescas são muito mais gostosos, além de lhe proporcionar bem estar e trazer boas energias para sua casa. Confira a sugestão elaborada pelas paisagistas Isabel Cristina e Mon Liu Kátia Kuwabara
Regas e podas
Como essas herbáceas precisam de muito sol, também demandam muita água. Todavia, na hora das regas, vale a regra geral: quando a terra está molhada e gruda na ponta dos dedos é hora de parar. Quando o substrato está fofo, como um talco, é hora de aguar. "Muitas pessoas têm mania de molhar excessivamente as plantas de casa, principalmente em vasos, e acabam matando as espécies por excesso de água", alerta Rodrigues.
A paisagista afirma ainda que ervas cultivadas em casa devem ser produzidas de forma orgânica, adubadas com esterco de aves ou húmus de minhoca, evitando-se os produtos químicos. "A cada seis meses recomendo fazer uma nova adubação orgânica, incorporando o adubo à terra do vaso". Heib reforça que, se a adubação química não for bem dosada pode prejudicar a planta, ao ponto de matá-la. "Esse tipo é mais rápido, porém é necessário sempre seguir as orientações contidas no rótulo do produto", ressalta.
A poda em tais herbáceas acaba realizada quando são retirados galhos e folhas para o preparo dos chás, sendo necessários a atenção e o cuidado nessa colheita, para que a plantinha se mantenha sadia e longeva. Já as podas de limpeza são indicadas sempre que existirem folhas secas.  Plantas maiores, como o boldo, também podem ser podadas quando passarem do limite de tamanho desejado.
"Atenção, porém, à erva-cidreira, pois plantas com folhas compridas como as dela não podem ser podadas [em sua extensão], suas folhas secas devem ser cortadas bem junto à base e nunca no meio", alerta Rodrigues. Este corte no meio das folhas faz com que o local fique oxidado (marrom), como uma ferida aberta à contaminação de patógenos (agentes que desencadeiam doenças).
Por fim, as mudas das ervas citadas são facilmente encontradas em floriculturas e até em supermercados. Uma vez plantadas e bem cuidadas, duram por muitos anos."Para quem não tem pressa e quer vê-las crescer, há sementes disponíveis em mercados e lojas de jardinagem", conclui Heib.

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Ervas medicinais: o chá da vovó

Ervas medicinais: o chá da vovó

É sempre bom termos à mão uma erva fresca na hora em que precisamos fazer um chazinho, seja por puro prazer ou por algum probleminha ou disfunção na nossa saúde. Se as pessoas soubessem como é fácil manter as tradicionais ervinhas em casa...

A vida moderna oferece tantas fórmulas farmacêuticas que acabamos esquecendo o famoso "chazinho da vovó", ou então acabamos apelando para aqueles sachês industrializados. Porém, quem se aventura a ter as plantinhas em casa tem dois prazeres: o cultivo (que é simples) e a degustação de uma excelente bebida feita de forma saudável.

Para tê-las em casa você não precisa viver em um rancho, basta usar a criatividade e um cantinho onde bata sol pelo menos metade do dia, ou de manhã ou de tarde (ou o dia todo, claro). Mesmo morando em um apartamento na Av. Paulista você pode tomar o chá de hortelã de seu próprio cultivo.

O material do recipiente a ser utilizado pode ser plástico reciclado, cimento, amianto, cerâmica, enfim, qualquer material, pois isso em nada interferirá no desenvolvimento da erva. Escolha o apropriado ao espaço que você tem em sua casa. Se optar por colocar jardineiras em suportes na parede, escolha o material mais leve para evitar acidentes.

O tamanho do recipiente para as plantas se desenvolverem sempre dependerá de cada planta, ou seja, de que forma ela cresce. Há ervas rasteiras (como a hortelã, poejo, erva-cidreira, novalgina) e há ervas eretas (como o capim-limão, manjericão, alecrim, erva-doce, camomila, boldo, louro). 

As rasteiras ficam melhor acondicionadas em jardineiras com profundidade de pelo menos 15cm e de preferência plantadas individualmente, para evitar conflitos com outras espécies. Por essa razão eu nunca as planto em canteiros, pois algumas tendem a ser invasivas e a proliferarem sob a terra, como a hortelã e a novalgina. Uma vez plantadas na horta, é necessário sempre fiscalizá-las para manter o controle!

As eretas podem ser plantadas em pequenos vasos ou potes (sempre furados no fundo), com profundidade de pelo menos 15cm. Em geral suas raízes fasciculadas não requerem muito espaço para se desenvolver (com exceção de arbustos como o boldo ou o louro, que exigem espaços maiores devido ao tamanho final da planta). Estas podem ser plantadas em canteiros sem problemas.

Basicamente, todas elas precisam de sol, sol, muito sol. E, consequentemente, muita água (com exceção de ervas de origem Mediterrânea, como o alecrim, por exemplo, que devem ser regadas moderadamente).

Adubação é sempre necessária. Adubos orgânicos são sempre mais recomendados por não se correr o risco de causar "excesso", ao contrário da adubação química que se não for dosada corretamente pode prejudicar a planta, queimando-a ou mesmo a matando. Se você já tiver experiência com essa última, o efeito na planta é mais rápido. Porém, é necessário sempre seguir as orientações do rótulo do produto!

A poda nessas herbáceas acaba sendo realizada quando retiramos seus galhos e folhas para o uso, então sempre devemos estar atentos a qual parte da planta utilizaremos, a fim de manter a planta sadia e aumentar a sua durabilidade. Plantas com desenvolvimento muito rápido devem sim ser podadas, como o boldo ou a erva-doce, para contenção de seu tamanho.

Para quem quer usar de imediato as ervas, recomendo que se adquira mudas já formadas. Para quem não tem pressa e quer vê-las crescer, há sementes disponíveis nos mercados e gardens.

Aqui também é possível adquiri-las, através do e-mail pauloheib@hotmail.com



Texto: Paulo Heib

Participação do BLOG Flores & Plantas na revista Paisagismo & Jardinagem 118 - Adubos Orgânicos

Adubos orgânicos

Conheça alguns adubos orgânicos e saiba por que são indicados pelos especialistas

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Foto: Hamilton Penna | Conheça alguns tipos de adubos orgânicos
Conheça alguns tipos de adubos orgânicos
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O vigor e a saúde das plantas estão diretamente relacionados ao equilíbrio nutricional obtido por meio da adubação. Os especialistas concordam ao afirmar que compostos orgânicos - produzidos a partir de resíduos animais e vegetais - são sempre a melhor opção, tendo em vista os baixíssimos riscos de contaminação do terreno e de intoxicação da vegetação e de quem realiza a aplicação.

Leonardo Amaral Ferreira, engenheiro agrônomo e assistente de plantio na Alex Hanazaki Paisagismo, de São Paulo, SP, adiciona à lista de vantagens dos adubos orgânicos os fatores positivos associados ao solo, como o aumento significativo da quantidade de micro-organismos benéficos; a maior disponibilidade e facilidade de absorção de nutrientes; a diminuição de temperatura, pois eleva a capacidade da terra de armazenar água; a melhora na estrutura; o avanço no desenvolvimento das raízes; e a menor incidência de erosão.

Segundo Paulo Cezar Heib, paisagista que mantém o blog Flores e Plantas, da capital paulista, os mais comuns são os estercos (bovino ou de galinha), torta de mamona (que está sendo substituída pela torta de algodão), farinha de osso, húmus de minhoca e os derivados da compostagem, que é um processo de decomposição que inclui partes vegetais, restos de alimentos e papel.

Para Ferreira, o adubo orgânico mais completo é o húmus, originário da decomposição de detritos orgânicos, como resíduos de animais (farinhas de osso e de peixe, esterco, urina e resquícios de animais mortos), vegetais (palha, folhas secas e materiais de poda), urbanos (lodo de esgoto, restos de comida e cascas de fruta) e da agroindústria (vinhaça oriunda da produção de etanol e torta de filtro das usinas de cana-de-açúcar). 
Embora existam alguns adubos orgânicos em formato líquido porque passaram pelo processo de industrialização, são comumente encontrados em pó ou farelado, muitas vezes com um aspecto semelhante à terra. O tamanho das embalagens varia entre 1 e 30 kg.

Heib diz que o ideal é preparar o solo antes do plantio acrescentando os adubos orgânicos e deixar descansar por pelo menos sete dias. Se a planta já estiver no canteiro, a recomendação é revolver a terra no entorno para incorporar o composto orgânico. Após esse procedimento, a rega é fundamental, pois a água é responsável por levar os nutrientes até a raiz. Já a aplicação das versões líquidas deve seguir a dosagem e as indicações do fabricante. 

O composto orgânico age lentamente e perdura por um longo período na terra, enquanto o químico tem ação imediata, porém deve ser aplicado em intervalos menores porque se esvai rapidamente. O paisagista orienta empregá-lo a cada 30 dias, não menos que isso. "Nas embalagens há um descritivo com a quantidade para ser usada por metro quadrado ou por tamanho de vaso."

O engenheiro agrônomo alerta que as plantas podem apresentar alguma toxicidade se o produto orgânico ainda não tiver sido totalmente decomposto. "Por isso, fala-se muito em esterco de curral curtido, o qual já se transformou em húmus, porque o fresco pode ser altamente tóxico", finaliza.

Hortas urbanas produzem de couve a feijão a poucos metros do asfalto


29/05/2013 - 04h00

Hortas urbanas produzem de couve a feijão a poucos metros do asfalto

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GUSTAVO SIMON
DE SÃO PAULO
THIAGO MATTOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Seu Inácio Neres, 68, sai de casa, atravessa a rua e abre o portão baixo, improvisado com uma tela. No chão argiloso, cortado por dez canteiros cobertos por terra fofa, ele ergue o tecido que os protege e passa a meia hora seguinte regando mudas de alface, couve, coentro, pimenta...
Avener Prado/Folhapress
Uma das hortas urbanas comunitárias de São Paulo, na Vila Pompeia.
Pés de alface crescem na horta da Vila Pompeia, na zona oeste
A cena parece descrever o cotidiano de uma cidade do interior, mas acontece toda manhã na Vila Nova Esperança, no limite de São Paulo com Taboão da Serra. E não é de todo estranha à metrópole.
Seu Inácio tem a companhia de gente que faz o mesmo na Pompeia, na Vila Beatriz, na Vila Industrial e até na avenida Paulista com a rua da Consolação.
Muitas regiões da cidade viram, nos últimos meses, moradores saírem de casa e tomarem para si praças e terrenos ociosos (alguns abandonados, outros da prefeitura) erguendo hortas comunitárias, nas quais qualquer um pode pôr a mão na terra.
É só chegar e ajudar a plantar. Ou colher e levar para casa -gratuitamente, sem preços inflacionados (como o caso recente do tomate).
De setembro do ano passado até hoje, seis espaços assim foram criados -quatro neste ano. Mais quatro devem ser inaugurados nos próximos meses: no Butantã, em Brasilândia, na Faculdade de Medicina da USP (em Pinheiros) e no Centro Cultural São Paulo (na Liberdade).
Karime Xavier/Folhapress
Plaquinhas na Horta das corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo.
Plaquinhas na horta das Corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo
HORTAS ABERTAS
Perto do encontro da avenida Paulista com a rua da Consolação, um canteiro de 30 m2quase não chama a atenção de quem circula por ali. Mas quem se detém e observa melhor percebe que o pequeno verde no meio do concreto guarda pés de alface, manjericão e até café.
A chamada praça do Ciclista, ponto de encontro de cicloativistas, passou a receber o cultivo de hortaliças em outubro passado. A rega é feita todas as tardes por seis voluntários, que se revezam na manutenção da horta, sem cercas protetoras, rodeada por vias entre as mais movimentadas da cidade.
Ainda assim, plantas sem viço -e uma sujeira aqui e ali- podem dar a impressão de certo ar de abandono.
Na horta do BNH, na Vila Madalena, as plantas são espalhadas por pontos dispersos na praça. A ausência de cercas permite que cachorros transitem por ali, livremente. O mesmo se observa na horta da Nascente, na Pompeia.
Além de receber ajuda em mutirões semanais, os voluntários fazem parte de um grupo que cuida de outras hortas comunitárias na cidade, os Hortelões Urbanos.
O grupo se formou pouco antes da criação da horta das Corujas, que ocupa 800 m2 da praça Dolores Ibarruri, na Vila Beatriz. Isolado do conglomerado urbano por árvores, o espaço é o mais bem organizado desse movimento.
Seus organizadores estão entre os poucos que estabeleceram um acordo, ainda que informal, com a subprefeitura e mantêm diálogo aberto com o poder público.
As demais hortas visitadas pela reportagem ainda não haviam estabelecido acordos com a prefeitura.
Antes de começar a plantar, os voluntários da horta das Corujas bancaram análises do solo e da água. E um documento define diretrizes para a manutenção.
Os canteiros foram protegidos por uma cerca baixa, para evitar a circulação de animais -mas sem cadeado, para que os interessados circulem livremente.
Karime Xavier/Folhapress
Horta das corujas, na Vila Beatriz, zona oeste de São Paulo.
A voluntária Claudia Visoni cuida da horta das Corujas
Uma placa informa regras como a proibição do cultivo de árvores frutíferas (propícias para a formação de arbustos) e as datas de mutirões.
O que é cultivado ali vai para a mesa de muita gente do bairro. "Nunca tinha comido um feijão que eu tinha plantado. Sentei para debulhar com a minha filha e foi muito gostoso", conta a jornalista Claudia Visoni, 47, uma das envolvidas na iniciativa.
A colheita não tem regras definidas, mas o dia a dia desses espaços leva a sério a ideia de comunitário.
Ainda que utensílios, mudas e adubo cheguem às vezes por meio de doações, são os próprios voluntários que se mobilizam para conseguir os materiais.
Além de produzir alimentos, essas hortas podem ter outros usos. Na da Vila Anglo, na Pompeia, os organizadores promovem oficinas de educação ambiental com crianças do bairro.
A COLHEITA É LIVRE
Em geral, a colheita nas hortas comunitárias de São Paulo é livre. Qualquer pessoa que encontrar algo maduro pode pegar, independentemente de ter colaborado com o cultivo, e sem restrições de quantidade.
Na maior parte das vezes, também não há data específica para a colheita. Nem mesmo os mutirões se concentram nessa etapa -priorizam a manutenção do espaço.
Em outros casos, porém, uma pessoa fica encarregada de recolher a safra e dividi-la.
Na horta da Vila Nova Esperança, a líder comunitária Lia de Souza distribui as hortaliças entre as famílias interessadas. O mesmo acontece no espaço da Vila Industrial, onde os responsáveis centralizam a distribuição.
Editoria de Arte/Folhapress

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